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Anthony Quinn
(Ator norte-americano)
21/4/1915, Chihuahua, México
3/6/2001, Boston, E.U.A.

Consta que o apelido "one-man tango" foi dado a Anthony Quinn pelo cineasta Orson Welles. A expressão se refere a alguém tão autoconfiante, que seria capaz de dançar um tango sozinho. "One-man Tango" é o nome da autobiografia de Anthony Quinn - o homem que fez mais de 150 filmes, foi ator, diretor e produtor, além de pintor e escritor.

Anthony Quinn, cujo nome de origem é Antonio Rudolfo, nasceu no México, mas cedo mudou-se com a família para os Estados Unidos. Foi boxeador e pintor, antes de começar a atuar. Fez seu primeiro filme em 1936, atuando como extra em "A Via Láctea". Em 1937 casou-se com Katherine de Mille, filha adotiva de Cecil B. de Mille, de quem teve três filhos. Casaria mais duas vezes futuramente.

Durante a década de 1940, Quinn atuou em dezenas de filmes. Por seus traços latinos, criou diversos tipos étnicos, como chinês, mafioso, líder índigena, a maioria em papéis de vilão.

Em fins dessa década, Quinn fez um breve intervalo em sua carreira no cinema. Mudou-se para Nova York e passou a atuar na Broadway, em peças como "Um bonde chamado desejo", de Tennessee Williams.

No começo dos anos 1950, voltou ao cinema. Seu primeiro grande sucesso veio em 1952, quando atuou ao lado de Marlon Brando em "Viva Zapata!", filme do prestigiado diretor Elia Kazan. Pelo papel do irmão de Zapata, Quinn recebeu um Oscar de melhor ator coadjuvante, o que lhe abriu portas para papéis mais importantes.

Em 1954 Anthony Quinn atuou no filme "La Strada", de Federico Fellini. Dois anos depois, interpretou o pintor Paul Gauguin no filme "Sede de Viver", do diretor Vincent Minnelli. Dos papéis de durão do início da década de 1950, Quinn foi passando a papéis mais condizentes com sua aparência envelhecida e o rosto marcado.

Em 1962, realizou "Lawrence da Arábia" e dois anos depois "Zorba, o Grego". O grande sucesso deste filme, baseado no romance de Nikos Kazantzakis, lhe valeu outra indicação ao Oscar e marcou definitivamente sua carreira.

Nos anos 1990, sua carreira apresentou certo declínio, embora Anthony Quinn nunca tenha deixado de atuar. Trabalhou para a televisão, fazendo o papel de Zeus na série "Hércules" e atuou em filmes como "Febre da Selva" e "Caminhando nas Nuvens".

Em 2001 interpretou seu último papel, no filme "Vingando Ângelo". Pouco depois das filmagens, Anthony Quinn faleceu, de complicações pulmonares decorrentes de um câncer na garganta. Escreveu duas autobiografias, "Pecado Original" e a já citada "Tango de um Homem Só".




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