Doris Lessing
(Escritora inglesa)
22-10-1919, Kermanshah, Irã
Filha de um oficial britânico, viveu no atual Zimbábue até 1949, quando foi residir na Grã-Bretanha. Sua vasta obra, de variedade temática e estilística, consagrou-a uma das grandes escritoras da atualidade. Sua vivência na sociedade racista foi retratada em A Erva Canta (1950), que também traz temas como a violência e a sujeição da mulher a um mundo dominado por homens. Com O Caderno Dourado (1962), um romance importante para o feminismo, a escritora, que fora militante no Partido Comunista, surgia na literatura internacional. Sua obra mais forte, autobiográfica, é o ciclo de romances Children of Violence, publicado em cinco volumes. Em obras posteriores, com influências de Carl Gustav Jung e do sufismo islâmico, Lessing interessou-se pelas dimensões mais profundas do destino humano, patente em Memoirs of a Survivor (1974). Nos romances Canopus em Argos (quatro volumes, 1982-1985), experimentou as possibilidades da ficção científica. Em 1994 e 1997, publicou dois volumes autobiográficos.
Ajude a deixar este site mais completo, compartilhe seu conhecimento.
Comentários sobre: Doris Lessing | Adicionar Comentário |
Doris é de uma lucidez extraordinária! Li a série "Canopus em Argos", que na verdade é constituída de 5 livros (Os Agentes Sentimentais é o último deles) aos 15 anos, e ainda hoje, aos 40, me trazem inspiração. Ao escrever Shikasta, a nobre Amiga já tinha mais de 60 anos! Creio que tem algo a acrescentar, não? É uma daquelas figuras essenciais, que faz com que ainda valha apena acreditar no ser humano! A ela, todo o meu respeito e gratidão.
Por: Alberto Souza
|
Releio D. L. depois de 23 anos, indentificando-me muito mais com seus personagens, chocando-me com sua lucidez, tentando incorporar um pouco de sua ´dialética lúcida`, muito mais agora, indo votar com sentimento de irrealidade absoluta, descrença total e esperando desesperadamente que surja um ideal incorrompível pelo qual viver.
Por: PEDRO MALANSKI JUNIOR
|
Não achei interessante o deu comentario, chamando op papa de um pouco estúpido, talvez a literatuta esteja fechando seus olhos para uma verdade, ou até mesmo não consegue compreender o sentido religioso das coisas.
O homem que é crítico não deve para qualquer lado, como se tivesse duas metralhadoras em suas mãos, mata muitos inocentes, a refutação da sua opinião também também compõe as diferanças de pensametos que envolvem todo ser humano.
Por: JOÃO BRAGA
|
Adicionar Comentário |
|
|