Agripino e PFL lamentam atentado a bomba na Espanha
O líder do PFL, senador José Agripino Maia (RN), apresentou, em nome do seu partido, um voto de pesar pelo atentado terrorista que matou cerca de 200 pessoas e deixou cerca de 1200 feridas, em Madri, na Espanha.
- É a versão européia do 11 de setembro, o 11 de março, um dia que ficará marcado na História, um atentado que enche o mundo inteiro de indignação - disse Agripino.
O senador lembrou que o atentado ocorreu três dias antes das eleições gerais, que poderão levar ao poder um novo presidente do Conselho de Ministros, em substituição ao atual, José Maria Aznar, que não quer mais continuar no cargo.
- O PP [Partido Popular, de Aznar] é responsável pela modernização da Espanha, e é um partido irmão do PFL, pois ambos são membros da Internacional Centro-Reformista. Aznar é um estadista moderno, que levou seu país à condição de nação de primeiríssimo mundo - disse.
José Agripino informou que o governo espanhol atribui o atentado ao grupo Pátria Basca e Liberdade (ou Euzkadi Te Askatazuna - ETA), braço armado dos antigos movimentos autonomistas do País Basco, na região nordeste da Espanha, e algumas cidades francesas. Segundo José Agripino, o ETA sempre obteve dinheiro à base de cobrança de proteção. "Mas há hipóteses que sugerem a participação da organização Al Qaeda", disse. Agripino lembrou que as antigas guerras convencionais procuravam proteger civis, enquanto os modernos atentados terroristas não têm qualquer respeito por vidas inocentes.
11/03/2004
Agência Senado
Artigos Relacionados
Agripino saúda integrantes do Grupo Parlamentar Brasil-Espanha
CRE discute ataques terroristas com bomba
NABOR LAMENTA PROMESSA DE BOMBA ATÔMICA
Bomba mata chefe militar de Bin Laden
Operação De Olho na Bomba atinge mil postos fechados
Operação De Olho na Bomba fecha mais um posto em SP