APL do Bom Retiro tem 50 mil trabalhadores



Das 160 empresas desse APL, que abrange 18 mil trabalhadores, 85% são micro e pequenas

Condições melhores de linhas de crédito para que as empresas auto-invistam em maquinários, reforma de prédios e outras necessidades. Isso é o que a gestora de projetos do APL de Birigüi, Regiane Almeida, espera do protocolo de intenções firmado recentemente. “Que ele se transforme em algo concreto”, observa. Em razão disso, “os bancos informam, muitas vezes, que atendem os APLs em condições especiais, mas na prática o tratamento é semelhante ao dispensado aos demais clientes, pelo menos em Birigui”, afirma Regiane.

Das 160 empresas desse APL, que abrange 18 mil trabalhadores, 85% são micro e pequenas. A falta de mão-de-obra qualificada e, no caso das pequenas empresas, de conhecimento administrativo são outros entraves à expansão desse segmento.

O Clube dos Diretores Lojistas (CDL) do Bom Retiro, também um APL, aguarda reuniões, com a participação da Caixa Econômica Federal, para conhecer as necessidades dos empresários e onde pretendem aplicar os recursos oferecidos.

Esse segmento abrange 250 empresas, num total de 50 mil trabalhadores – 80% dos quais mulheres. Por conta disso, uma das dificuldades se refere à falta de creches no bairro. Outros entraves, relacionados à infra-estrutura, são a falta de segurança noturna (período em que o bairro está mais vazio) e a grande quantidade de resíduos descartados pelas empresas – material rico, que poderia ser aproveitado, mas é distribuído por catadores de lixo, entupindo bueiros em épocas de chuva.

Da Agência Imprensa Oficial

(M.C.)



12/19/2007


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