Campanha do PFL fortalece Maciel







Campanha do PFL fortalece Maciel
Estratégia de massificar a imagem do vice-presidente na TV começa a dar resultados

A estratégia que o PFL nacional adotou com relação à governadora Roseana Sarney (PFL), de massificar o nome dela na propaganda gratuita de rádio e televisão, foi usada pelo partido em Pernambuco, com o vice-presidente Marco Maciel, obtendo resultados aparentemente idênticos - a preferência pelo nome dele, numa eventual candidatura ao Senado, teria aumentado em quase 50% depois das inserções, segundo uma sondagem recebida esta semana pelo partido. O resultado o deixaria em primeiro lugar na corrida pelo Senado. Já Roseana, desde que foi lançada na propaganda nacional do PFL, tem aparecido nos primeiros lugares nas pesquisas sobre sucessão presidencial.

A propaganda de Maciel - que ressaltava sua "ética" e " seriedade" - foi veiculada durante 28 dias e encerrada no início deste mês. O crescimento das preferências pelo vice-presidente teria ocorrido porque "as pessoas começaram a percebê-lo como um possível candidato", na opinião do presidente estadual do PFL, André de Paula. O discurso oficial de Maciel - epraticamente de toda a aliança governista - é o de que a definição das candidaturas majoritárias só se dará no início do próximo ano. Na prática, porém, o nome dele já vem sendo alvo de ações que buscam fortalecer sua candidatura.

"Ele é nosso candidato natural, ou seja, só não disputará o Senado se não quiser", disse André.

A essa altura, dado o consenso que se forma em torno do nome de Maciel, a possibilidade de o deputado federal Joaquim Francisco candidatar-se a senador pelo PFL - desejo que ele diz ainda manter - é praticamente nula. Em 2002 haverá eleição para dois senadores (vagas hoje ocupadas por Carlos Wilson, do PTB, e Roberto Freire, do PPS). O PFL deve indicar um dos candidatos; a segunda vaga deve ir para o PSDB.

Enquanto Maciel pavimenta seu caminho rumo a 2002 sem encontrar nenhuma resistência, a oposição não sabe ainda sequer com quantos palanques disputará a eleição. "Mas ainda é muito cedo", tenta minimizar o deputado estadual José Queiroz (PDT), um dos nomes mencionados na esquerda como possível candidato a senador. Queiroz já enfrentou Maciel, em 90, na disputa pelo Senado - e perdeu por pouco. "O próximo pleito está sujeito a muitas variáveis", argumenta ele, e por isso o fato de um candidato adversário sair na frente, neste momento, não significa "muita coisa". Observa, entre outros pontos, que a eleição nacional terá forte influência na estadual e que o governador Jarbas Vasconcelos pode, em vez da reeleição, disputar o Senado - fatores que, entende ele, modificaria todo o cenário tal como é visto hoje.


PPS não abre mão de Freire no senado
O PPS avisou ontem aos partidos de oposição que a sua participação numa aliança para 2002 está condicionada à candidatura do senador Roberto Freire à reeleição. "Não vamos abrir mão da inclusão do nome dele na chapa. Quem quiser aliança conosco vai ter que aceitar", disse o presidente interino da sigla no Estado, Byron Sarinho, durante anúncio da candidatura do prefeito do Cabo, Elias Gomes, à presidência do partido. A eleição acontece amanhã, dia do encerramento do congresso estadual da sigla, que se inicia hoje. Indicado pela executiva pós-socialista, Gomes deve ser, na verdade, aclamado. Isso porque Sarinho acredita que não haverá outra chapa no páreo.

Diante da decisão de "impor" o nome de Freire, o PPS não descarta até mesmo partir para um candidato próprio ao Governo do Estado. Sarinho destaca que isso não é prioridade, mas que não é impossível. "Caso a falta de espaço inviabilize a aliança vamos ver o que fazer", afirmou sem, no entanto, definir quem seria o candidato, apesar de o nome do prefeitode Petrolina, Fernando Bezerra Coelho, já ter sido cogitado.

Sarinho e Gomes aproveitaram para, de modo parcimonioso, criticar a pressa do PT em definir nomes para aquela que seria a primeiras das duas chapas de oposição - os petistas já não acreditam na unidade das esquerdas no 1º turno. "Ainda temos muito tempo para definição de nomes. Se até na situação nacional não há previsão para definições, como pode se querer que em nível estadual isso já seja resolvido?", questiona Sarinho. "Com todo respeito que tenho ao PT, este não é o melhor caminho para a oposição", completa.

Ele acredita que a precipitação petista seja fruto da pouca experiência do partido na construção de alianças. "O PT não tem tradição em composições. Agora que eles têm um projeto concreto rumo ao poder, eles pensam que podem garantir as alianças desse modo". Adotando discurso - e crítica - semelhante ao do PSB, Elias Gomes lembra que o momento é indicado para se debater idéias e projetos. "Quando não se tem um nome natural, tem que se fazer um lastro".


Petrolina faz festa para a matriarca
O centenário de nascimento de Magdalena Barracão será lembrado hoje em Petrolina, no Sertão do São Francisco, a 750 quilômetros do Recife, com uma missa a ser celebrada na igreja matriz da cidade. Magdalena Barracão foi casada com João Barracão, o único homem que conseguiu derrotar o clã da família Coelho numa eleição municipal - ele foi prefeito de Petrolina entre 1947 e 1951. Os Coelhos controlam a política do município há cerca de meio século.

Nascida numa família de fazendeiros e comerciantes, Maria Magdalena de Sá e Silva casou-se com João Ferreira da Silva em 1921. De origem humilde, João nasceu na Vila Nova da Rainha (hoje município de Senhor do Bonfim, no sertão da Bahia). Por trabalhar num armazém entregando mantimentos a operários, ele viria a ganhar o apelido de "Barracão".

Depois de casado, João passa a auxiliar o sogro comerciante nos negócios. A partir daí envolve-se com a política chegando à Prefeitura de Petrolina em 1947. Em pouco tempo, tornou-se um líder político forte, ligando-se àUnião Democrática Nacional (UDN), espécie de esquerda da época. Segundo avaliações de historiadores petrolinenses, Barracão tinha espírito socialista e trabalhou para melhorar o padrão de vida das classes mais baixas.

AÇÕES - Entre suas ações como administrador estão a doação de terrenos para instalação de escolas (como o Colégio Dom Bosco, da Diocese do município), construção de praças, açudes, matadouros e pista de pouso em distrito do município e ainda execução de calçamento. Também foi durante o governo de Barracão que aconteceu o lançamento da pedra fundamental da ponte Presidente Eurico Gaspar Dutra, que liga Petrolina à cidade de Juazeiro, no Estado da Bahia.

João Barracão e Magdalena de Sá tiveram 16 filhos. Toda a trajetória de João Barracão foi compartilhada com a esposa, que só conseguiu viver apenas 18 dias sem o marido. Ele morreu no dia 07 de maio de 1977. Ela no dia 25.


Tribunal encerra ação contra Arraes
Julgamento do caso dos precatórios é favorável ao ex-governador e a seu neto, o deputado Eduardo Campos

A terceira turma do Tribunal Regional Federal (TRF) da 5ª Região decidiu, na quinta-feira, que a apelação cível movida contra o ex-governador Miguel Arraes e o deputado federal Eduardo Campos (PSB) fosse extinta. Os dois são denunciados por possíveis irregularidades ocorridas na operação que ficou conhecida como "escândalo dos precatórios". A transação foi realizada em 1996, quando Arraes era governador de Pernambuco e o neto, Eduardo Campos, secretário da Fazenda.

O acórdão (decisão) do TRF ratifica a sentença do juiz federal Roberto Wanderley que havia, do mesmo modo, determinado o arquivamento da ação. A apelação foi um recurso encaminhado à 2ªinstância da Justiça pelos autores da ação inicial: secretários estaduais de Produ ção Rural e Governo, respectivamente André de Paula (PFL) e Dorany Sampaio - também presidentes do PFL e do PMDB em Pernambuco.

Segundo o acórdão, assinado pelo desembargador federal Nereu Santos (relator), a decisão do juiz foi mantida porque, tanto Dorany quanto André de Paula, não estão aptos a solicitar indenização para o Estado. Este papel seria incumbência do Ministério Público, que poderia alegar improbidade administrativa. Aos dois secretários caberia pedir a anulação da transação que envolveu a venda de títulos do Tesouro estadual para o pagamento de precatórios (dívidas judiciais do Estado).

A decisão da 3ª turma foi encarada como uma vitória por Eduardo Campos. Em nota enviada à Imprensa, ele afirma que o acórdão do TRF reconhece o caráter político da ação e a sua improcedência. "É de se lembrar que tal ação, que foi originalmente interposta em 4 de fevereiro de 1998, foi largamente utilizada contra Arraes na campanha eleitoral de 98 e agora a Justiça vem reconhecer a sua improcedência e o seu conteúdo político e difamatório".

Mas o TRF não julgou o mérito da questão e sim se prendeu a um aspecto processual considerado irregular. Isso significa que ainda cabe recurso - agora para a 3ª instância, ao STJ. Porém, o advogado do PMDB, João Bosco Tenório, explica que o TRF recomendou aos autores da apelação que repitam o procedimento corrigindo um defeito na forma - a não-solicitação da anulação dos títulos fraudulentos.

"Dorany Sampaio e André de Paula irão entrar com embargos infringentes direcionados ao Pleno do TRF para que todos os desembargadores federais apreciem a decisão e julguem o mérito da ação", afirmou Tenório. Ele destaca que a decisão do TRF trouxe vitórias. "Além da orientação para repetir a ação, a multa de R$ 1 milhão, que havia sido determinada pelo juiz, foi suspensa", informou o advogado que é assessor do Governo do Estado.


Artigos

Porto Digital
Manoel Barbosa

Uma divergência - séria, qualificada e, por isso mesmo, indutora de reflexões - sobre o conceito em que se baseia o Porto Digital foi manifestada pelo empresário Belarmino Alcoforado, presidente da Elógica. Ele diz: "Divirjo seriamente da idéia do Porto Digital como um local físico, por ser discriminatória e contra tudo que é moderno". Seu raciocínio, aparentemente, é perfeito: na era da Internet, onde o centro está em toda parte e em lugar nenhum, a fixação de um local físico é, segundo suas palavras, uma contradição. Mas ele tem outros reparos de ordem prática. Não acredita, por exemplo, que uma prefeitura do PT concorde em reduzir o índice do ISS para empresas instaladas no Porto. E acha muito alto o custo de construção de uma infra-estrutura moderna no velho Bairro do Recife. São análises de quem é testemunha - e também personagem - de quatro tentativas anteriores de implantar em Pernambuco núcleos de produção de tecnologia de ponta. Uma dessas tentativas - a segunda, em 1986, com o nome de Vale da Areia - foi idealizada por ele para agrupar numa área do Curado as empresas fornecedoras - 12, na época - do Corisco, o microcomputador que a Elógica ousou produzir a partir de um protótipo montado pelo físico Rildo Pragana para o Departamento de Física da UFPE.

A opinião de Belarmino Alcoforado reflete, em resumo, um contexto da área tecnológica de Pernambuco, cuja característica principal é a diferença com que empresários, técnicos governamentais e teóricos acadêmicos se posicionam. Cada segmento vê e interpreta as coisas a seu modo. E o motivo é elementarmente simples: carentes de capital, os empresários vivem do que produzem, contam os centavos para tentar arcar com a carga tributária, obrigações trabalhistas, custos operacionais, investimentos/juros e a própria subsistência. Já técnicos governamentais e a comunidade acadêmica têm os salários garantidos - sem a preocupação de produzir - para o cumprimento das tarefas de planejar e teorizar.

De qualquer forma, três fatores (a vontade política do Governo, a criação de dois fundos - capital de risco e recursos humanos - e a criação de uma empresa para gerir o projeto) diferenciam o Porto Digital das quatro tentativas anteriores de transformar Pernambuco num centro produtor de Tecnologia da Informação. É inédita, reconheço, a forma como Cláudio Marinho obteve a aprovação de Jarbas para o projeto. Ele falou, o governador escutou atentamente e no seu jeito quase ríspido, disse: faça. E logo os R$ 33 milhões para tocar o projeto estavam garantidos. E outro ineditismo: as coisas começaram a andar sem que houvesse, sequer, um projeto, um plano. Cláudio Marinho costuma dizer que essas idéias já vêm há muitos anos povoando a cabeça da comunidade de informática pernambucana e não foi preciso pô-las no papel. Mas o contexto socioeconômico que, em essência, causou os fracassos anteriores, permanece inalterado. E aí reside o perigo.


Colunistas

DIARIO Político

A proposta do PPS
O documento que os pós-comunistas vão aprovar, amanhã, no congresso estadual do partido que se realiza nesse final de semana, na Assembléia, deve surpreender muita gente. Pois além de reafirmar a candidatura de Ciro Gomes à Presidência da República, de fazer críticas ao Governo Jarbas Vasconcelos na área de segurança e pela falta de uma política de geração de emprego, o PPS vai defender uma chapa única para 2002 com Roberto Freire na majoritária, candidato à reeleição por uma das vagas do Senado. E mais. O PPS condenará, com veemência, a formação de sub-blocos, que é como denomina as outras chapas oposicionistas que possam surgir, porque acha que isso pode até ser resultante do processo, jamais um princípio, para não enfraquecer as legendas de esquerda. Em nenhum trecho do documento há referências ao PT, à tentativa dos caciques petistas de ter um candidato próprio em 2002, ou às articulações que eles estão fazendo para compor uma chapa com representantes de outras legendas de oposição. Mas para bom entendedor basta, porque mostra claramente que os pós-comunistas não concordam com a movimentação do PT e isso pode provocar um novo desentendimento entre os dois partidos. A tese do PPS é que um candidato único das oposições poderá derrotar Jarbas Vasconcelos se beneficiando com os palanques nacionais de Ciro Gomes e Luís Inácio Lula da Silva (PT). Convencer o PT disso, será o grande desafio do PPS.

João Paulo não está gostando de como o PT vem se articulando para 2002. Por isso, defenderá um candidato único das oposições ao Governo do Estado, no discurso que fará, amanhã, no congresso estadual do PPS

Quadrilha

Mineirinho comemora ter reassumido o diretório estadual do PTdoB, por decisão da Justiça. Ele diz que vai denunciar ao Ministério Público que existe uma quadrilha que compra, vende e aluga partidos políticos em Pernambuco e pedirá providências para acabar com isso.

Prévias

Promete ser animada, hoje, a reunião do diretório nacional do PT em São Paulo, sobre as prévias de março para escolher o candidato do partido a presidente. Do jeito que o PT gosta de confusão, será uma festa.

Sede

O Centro Dom Hélder Câmara de Estudos e Ação Social inaugura sua nova sede, quarta-feira, quando completa 12 anos. Onde crianças e adolescentes, vítimas de violência doméstica e sexual receberão atendimento psicológico. Na Rua Gervásio Pires, 921, Boa Vista.

Elogio

O presidente FHC elogiou Roseana Sarney (PFL-MA), ontem, e já tem gente dizendo que ele não faz questão de ter o PSDB encabeçando a chapa em 2002. Ele faz questão mesmo é de ganhar.

Autoridade 1

Não é de hoje que o ex-deputado Gilson Machado reclama da falta de autoridade do Governo para colocar ordem nas Polícias Militar e Civil. Crítico contumaz de Jarbas Vasconcelos, ele diz que do jeito que está, já tem muita gente pensando em se mudar de Pernambuco.

Autoridade 2

Para Gilson Machado, a violência chegou perto do governador depois do seqüestro-relâmpago de que foi vítima a irmã do vice, Mendonça Filho, e isso não pode continuar : "Jarbas Vasconcelos precisa saber que em campo de futebol se joga de chuteiras e não de sapatos altos".

Lançamento

Admaldo Matos, secretário de Educação de Jaboatão dos Guararapes, lança o livro A Máscara de Veneza e o CD Presente de Natal com contos de sua autoria. Dia 4 de dezembro, na Kriterion Livros, às 19h.

Raul Jungmann, ministro do Desenvolvimento Agrário, se encontra com os prefeitos de Condado, Itambé, Goiana e Itaquitinga, hoje, na reunião de acompanhamento dos financiamentos do Pronaf, linha de crédito para os agricultores da região. Na praça de Condado a partir das às 16h.


Editorial

Mais luz nas ruas

No final de um ano repleto de revezes econômicos, uma boa notícia: o Natal será literalmente mais iluminado que os meses recentes. Não como foi no ano passado, é bom lembrar. Mas algumas luzes, ao menos, poderão enfeitar as ruas. O Governo já anunciou o aumento da cota de consumo de energia a que o comércio e as residências têm direito nestes tempos de racionamento.

Hoje, o consumo dos brasileiros, exceto os do Sul, tem que ser 20% menor do que a média de três meses do ano passado. A partir de dezembro, as metas de economia passam a ser de 17% no Nordeste, 12% no Sudeste e Centro-Oeste e 5% no Norte. Cidades turísticas, inclusive Brasília, terão meta de 7% de redução.

Diante dos riscos que se anunciavam em maio, quando as medidas de contenção do consumo foram decididas, há mais razões ainda para comemorar. Não tivemos de enfrentar apagões generalizados que eram previstos. A Câmara de Gestão da Crise Energética planejou e executou de modo eficaz a travessia desse momento de escassez de água nos reservatórios das usinas hidrelétricas. Houve corte no fornecimento para quem deixou de reduzir o consumo e descontos para quem foi além do fixado.

Mas o Governo não pode apresentar esse competente trabalho como vitória própria. O resultado não existiria sem o empenho e o sacrifício dos brasileiros. Um boicote generalizado da população às regras estabelecidas teria tornado o planejamento inútil. Os técnicos admitiam, no início do racionamento, que não seria possível aplicar as sanções se um grande número de consumidores desobedecessem as metas. Nesse caso, não haveria alternativa ao apagão.

Cumprir a meta não foi a única preocupação dos consumidores. A redução do consumo de energia transformou-se numa cruzada nacional de cunho patriótico. Um movimento paradoxal, em que as pessoas ao mesmo tempo se queixavam do Governo e apelavam para que todos se esforçassem para economizar energia.

Os brasileiros estavam descontentes - e continuam - porque a crise não foi causada por acidente meteorológico. De fato, as chuvas foram inferiores à média histórica no início de 2001. Mas há dez anos a infra-estrutura de geração de energia cresce menos do que o consumo. E o descompasso ficou maior durante o Plano Real, que felizmente aumentou a renda dos mais pobres. No ano passado, os reservatórios já estavam em nível inferior ao de 1999. E nada foi feito. Ao contrário. Os investimentos das estatais de energia vinham sendo cortados por determinação do Fundo Monetário Internacional.

Como retribuição ao esforço, os brasileiros poderão relaxar um pouco o racionamento. Mas, em seguida, terão que arcar com mais uma conta: a perda de R$ 4,2 bilhões que as distribuidoras de energia, em grande parte multinacionais, tiveram com a redução de consumo. Espera-se aumento, ainda não anunciado, de aproximadamente 5% nas tarifas. Se isso acontecer de fato, o prejuízo da crise ficará só com o consumidor brasileiro.


Topo da página



11/24/2001


Artigos Relacionados


Marco Maciel elogia campanha da CNBB

Marco Maciel elogia a Campanha da Fraternidade de 2010

Maciel comenta nova Campanha da Fraternidade da CNBB

Maciel destaca importância da água, tema da Campanha da Fraternidade

Marco Maciel anuncia início da Campanha da Fraternidade 2009

Marco Maciel lamenta a morte do pesquisador Paulo Maciel