COMBATE À POBREZA E PROIBIÇÃO DE ARMAS ESTÃO NA PAUTA DA CCJ
Entre as principais modificações apresentadas por Alcântara, está a exclusão do Fundo de Estabilização Fiscal (FEF) como uma das fontes dos recursos destinados ao combate à pobreza. Em seu lugar, o relator preferiu estender a cobrança de alíquota de 0,08% sobre movimentações financeiras pelo prazo de dez anos. Além disso, o senador introduziu a possibilidade de estados e municípios também criarem fundo com objetivo semelhante.
As mudanças propostas por Alcântara incorporam parte da proposta de emenda constitucional apresentada pela Comissão Mista Especial que estudou medidas para combater a pobreza no Brasil. Na opinião do senador, a PEC da comissão contém dispositivos que "aperfeiçoam, a redação da PEC n° 67 (do senador baiano)".
ARMASA CCJ também poderá votar relatório do senador Renan Calheiros (PMDB-AL) sobre três projetos que visam proibir a comercialização e o porte de armas no país. O tema foi debatido em audiência pública realizada na última quinta-feira (dia 13) e o resultado das discussões deve nortear o parecer final que o senador apresentará sobre o assunto.
Os projetos, de autoria dos senadores Gerson Camata (PMDB-ES), Djalma Falcão (PFL-BA) e José Roberto Arruda (PSDB-DF), também estão tramitando na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, onde receberam substitutivo apresentado pelo senador Pedro Piva (PFL-SP).
14/01/2000
Agência Senado
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