Continua agilidade dos depoimentos
César Santos Alvarez afirmou conhecer o Clube de Cidadania, assim como seu presidente Diógenes de Oliveira, sabendo da finalidade do clube como agente de contratos de seguros, constituído por petistas. Disse conhecer Diógenes desde que ele foi Secretário Municipal dos Transportes, no governo municipal de Olívio Dutra. Com relação à doação para o Clube, disse que "foi procurado por Ana Ruth Mendes da Fonseca, que lhe pediu, em nome do Clube, uma colaboração, que esta foi realizada no valor de R$ 3 mil reais, em dinheiro sacado do Banerj (banco onde possui conta até hoje). Afirmou que a mesma quantia foi devolvida no final da campnha, em 1998. Alvarez confirmou, ainda, sua assinatura em recibo datado de julho de 2001, "feito para regularizar o empréstimo", conforme declarou.
A seguir, o depoimento da quarta testemunha, Ana Ruth Mendes da Fonseca, que reconheceu como autêntico o recibo com sua assinatura, no valor de mil reais, datado de julho de 2001, destacando que tal valor foi emprestado a Diógenes no meio do ano de 98, tendo sido devolvido antes do natal do mesmo ano. Confirmou que exerceu a chefia de comunicação social do Clube de Cidadania. Com relação ao depoimento anterior de Silvio Gonçalves Dubal, Ana Ruth confirmou ter dito que ele não precisaria ir a CPI, porém negou ter conhecimento do recibo de R$ 500 reais que ele teria assinado.
José Jorge Rodrigues Branco, atual diretor superintendente da Metroplan, igualmente reconheceu sua assinatura em documento datado de julho/2001, para regularizar empréstimo feito em 1998 ao Clube da Cidadania.
11/10/2001
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