Economia de energia no Senado foi de 33% no primeiro mês do racionamento
Antes mesmo do racionamento o Senado já vinha fazendo a sua parte - em abril já houve uma economia de 13%, enfatizou o 1º secretário. "Fomos a primeira instituição a se antecipar ao racionamento. O governo diz que foi pego de surpresa, mas isso não é verdade. Muitos senadores já vinham alertando para o problema", afirmou.
A redução no consumo do Senado foi conseguida em grande parte pela diminuição no uso do ar condicionado, pela racionalização da utilização dos elevadores e pela troca das lâmpadas por equipamento mais econômico. A comissão nomeada por Carlos Wilson para estudar as formas de economia de energia está elaborando um plano que incluiu a compra de sensores de presença, o que provocará redução ainda maior.
Carlos Wilson louvou a participação dos servidores do Senado no esforço de redução de consumo de energia. Segundo ele, a conscientização da instituição foi fundamental para que as metas tenham sido alcançadas, da mesma forma que a participação da sociedade vem proporcionando a diminuição do consumo em todo o país. "A lição que fica deste episódio é que a boa vontade do povo é fantástica. Temos a consciência de que é preciso evitar o desperdício, não apenas nesta área", observou.
21/06/2001
Agência Senado
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