Em SP, 45% dizem ter imagem pior dos EUA após os atentados
Pesquisa Datafolha revela que, para 45% dos paulistanos, piorou a imagem dos EUA depois dos ataques terroristas de 11 de setembro e da decisão dos norte-americanos de bombardear o Afeganistão.
Para 26% dos que pensam assim, a principal razão para a piora da imagem dos EUA foi a fragilidade na segurança revelada pelos atentados. Para 13%, foi o fato de o país atacar civis e inocentes. Já 10% mudaram sua idéia do país porque agora têm medo de ir para os EUA.
No levantamento, realizado nos dias 29 e 30 de outubro, a imagem do Brasil mudou para melhor na opinião de 11% dos 1.003 entrevistados. A principal razão apontada, para 75%, é a ausência de guerras. Pela pesquisa, 86% das pessoas afirmam ter mais orgulho do que vergonha de ser brasileiros - eram 75% em 25 de junho.
Entre os aspectos positivos do país, a paz é citada por 7%, índice idêntico ao dos que crêem viver num "país maravilhoso". (pág. A19, A22 e A23)
Segundo uma pesquisa da secretaria, matemática é a disciplina mais difícil na opinião de 38% dos estudantes. (pág. 1 e C1)
A distribuição do contraceptivo de emergência deve reduzir em no mínimo 10% o total de abortos feitos por adolescentes, segundo o estado. De 40 mil a 45 mil mulheres são internadas ao ano nos serviços do SUS no estado por complicações de abortos. (pág. 1 e C6)
Tinha acabado de ouvir a notícia de que o Taleban deveria liberar a entrada de 1.200 paquistaneses que esperavam para se juntar à milícia. (pág. A20)
O problemas desse desmentido necessário é que ele não é verdadeiro. É claro que a questão aqui é o Islã, sim. Mas a questão é: isso significa exatamente o quê? (Salmarn Rushdie - britânico de origem indiana, e autor de "Versos Satânicos") (pág. 1 e A24)
Em 1º de novembro, a água ocupava apenas 6,3% da capacidade de 34 bilhões de m³ da barragem. Há um mês, esse índice era de 11%. (pág. 1 e B10)
EDITORIAL
"Superior e fundamental" - Perdeu o foco o debate sobre qual deve ser o caminho a seguir pelas universidades públicas brasileiras. Com raras exceções, professores, servidores, governantes, políticos e especialistas têm preferido discutir temas periféricos a ater-se aos problemas fundamentais, os que dizem respeito ao próprio modelo de ensino superior no Brasil.
Registre-se a discussão sobre cobrar ou não mensalidades dos alunos das universidades públicas. Não há dúvida de que, por um critério de justiça, os mais ricos deveriam contribuir mais para o financiamento do sistema público, o que pode ser feito tanto pela cobrança de mensalidades como por via tributária. (pág. A-2)
COLUNA
(Painel) - Os governadores que são pré-candidatos a presidente foram boicotados por sua bancadas na apresentação de emendas coletivas ao Orçamento. Os parlamentares preferiram priorizar recursos para investimentos diretos nos municípios a deixá-los sob a tutela dos estados.
11/04/2001
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