Medabil tem novo complexo industrial
Medabil tem novo complexo industrial
A Medabil Varco Pruden S.A inaugura hoje seu novo complexo industrial de estruturas metálicas, localizado em Nova Bassano, na região da Serra gaúcha. A empresa, que já é líder nacional no setor, duplicará sua capacidade produtiva para 70 mil toneladas, afirmou o presidente, Attilio Bilibio.
Embora o crescimento industrial do País já tenha atravessado momentos bem melhores do que os atuais, um novo mercado está surgindo como muito força: o da construção civil. “Muitas construtoras que faziam obras à base de concreto e começam a optar por estruturas metálicas, que são mais práticas e de montagem mais rápida”, disse Bilibio. A grande novidade da nova fábrica é a produção de estruturas multiandares. O primeiro cliente é o shopping da Gávea, localizado no Rio de Janeiro, que já adquiriu o produto para construir um prédio de nove andares. A empresa também utilizará tal estrutura na construção de sua nova sede, em Porto Alegre.
Conforme Bilibio, os fabricantes de estruturas metálicas vivem uma nova fase e possuem um gigantesco mercado a explorar. “Não somos mais apenas fabricantes de telhados e galpões”, ressaltou. Por isso, investiu R$ 15 milhões na nova fábrica e prevê conquistar ainda este ano acréscimo de R$ 40 milhões no faturamento do ano passado, de R$ 105 milhões, ou seja, obter em 2002 resultado 38% superior ao de 2001 com a venda de 52 mil toneladas. Bilibio afirmou que possui em mãos grandes projetos que deverão ser iniciados este ano e aposta na construção civil como a grande revelação de 2002.
Ele não esconde o entusiasmo com o braço da Medabil que trabalha com estruturas metálicas, principalmente a partir de 1996, quando a empresa firmou uma “joint venture” com a norte-americana Varco Pruden Buldings, uma das principais fabricantes mundiais. “Desde então a unidade aumentou a capacidade produtiva anual de cinco mil toneladas para 35 mil toneladas”, comemora. No último ano, o crescimento foi de 25%.
Com a parceria, a Medabil Varco Pruden adotou como foco a captação de grandes projetos industriais, comerciais, agrícolas e de infra estrutura. Dentre os principais projetos do ano passado, estão a nova fábrica da Ford, na Bahia, ampliação do aeroporto de Guararapes, no Recife, a unidade industrial da Latasa, em Viamão, e o Mega-Shoping Parque Dom Pedro, em Campinas. A empresa possui, ainda, clientes que realizam constante obras, como Sonae, Wall Mart, Carrefour e Bom Preço.
Recentemente, o controle acionário da Varco Pruden foi adquirido pelo grupo siderúrgico mexicano IMSA, dono de um faturamento de US$ 2.4 bilhões/ano.
O grupo Medabil também possui uma joint venture com a belga Tessenderlo Chemie na produção de materiais de construção em PVC, como esquadrias, forros e divisórias, revestimentos de paredes, portas sanfonadas, portas placas e persianas. A Medabil Tessenderlo possui fábricas em Porto Alegre e Recife, e até junho estará inaugurando uma fábrica recém adquirida do Grupo Amanco, na cidade de Extrema (SP).
O grupo fechou o ano passado com faturamento total de R$ 170 milhões, 20% superior ao de 2000. A estimativa para 2002 é elevar a receita em 30%, chegando a R$ 220 milhões.
Calote argentino preocupa
A Câmara de Comércio Exterior da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) enviou ontem um questionário para saber o tamanho do calote argentino entre as 900 indústrias exportadoras do Estado. Até às 16h30min de ontem, 14 questionários haviam sido respondidos e os valores a receber, informados por essas empresas catarinenses, já somavam US$ 1,54 milhão.
O questionário, desenvolvido pela Câmara de Comércio Exterior da Presidência da República (Camex), em parceria com a Fiesc, incluiu perguntas sobre o tipo de documento de crédito utilizado na transação, os valores vencidos e os valores que estão por vencer; os prazos pactuados e o tipo de garantia utilizada na transação. A situação do cliente argentino e a sua categoria (se é empresa privada ou pública) também está sendo analisada.
A Fiesc receberá os questionários respondidos até o próxima quinta-feira (dia 24). Segundo a presidente da Câmara de Comércio Exterior da Fiesc, Maria Teresa Bustamante, levantamentos do Governo Federal revelaram que as exportações do Brasil para a Argentina estão chegando ao ponto de total paralisia. A estimativa é de que o calote argentino já tenha chegado aos US$ 2 bilhões.
Economia de Santa Catarina deixa de receber investimentos
A resolução 100, a mais recente divulgada pela Câmara de Gestão da Crise de Energia (CGE), retirou definitivamente a Termo Catarinense Norte (TCN) do Programa Prioritário de Termeletricidade (PPT). Com isso, tornou inviável, ao menos no curto prazo, a construção da térmica, encampada e divulgada durante meses pelo vice-governador Paulo Bauer (PFL), responsável pelos assuntos de energia da administração estadual. A planta seria abastecida com gás natural proveniente da Bolívia e geraria 350 Megawatts (MW). O investimento, previsto em US$ 250 milhões, seria feito pelos norte americanos da El Paso.
No meio do caminho, no entanto, o conselho de administração da Celesc impediu a empresa de assinar o contrato de compra da energia que seria fornecida pela nova usina. As empresas não chegaram a um consenso e o projeto foi abandonado pelos americanos.
O caso da TCN, porém, não foi o primeiro. Em época de escassez de empregos, quando o anúncio de novas indústrias - e vagas de trabalho - rende votos e prestígio, é comum que os governantes façam grandes eventos para anunciar a chegada ao estado de um empreendimento. Vez ou outra, porém, o investimento não vira realidade.
Em Joinville, por exemplo, a prefeitura e o governo do estado construíram uma ponte e asfaltaram a estrada que serviria de acesso a uma unidade da Antarctica. A empresa, que já tinha uma cervejaria na cidade, chegou a anunciar investimentos de R$ 145 milhões na nova planta. O projeto, porém, acabou não se concretizando depois da criação da Ambev. Como a Brahma, sócia da Antarctica na nova companhia, tem uma fábrica em Lages, o empreendimento joinvillense foi engavetado.
Como compensação, a empresa transformou sua antiga unidade, na região central da cidade, em um centro cultural. “O prefeito Luiz Henrique da Silveira tem intenção de trazer outra cervejaria para a cidade”, diz o secretário de Desenvolvimento do município, Ademir Machado. Nos últimos meses houve especulações de que a Schincariol poderia aproveitar a água de boa qualidade da região. “Até agora há apenas especulações. Nenhuma conversa progrediu”, diz Machado.
A Antarctica, porém, não foi a única indústria a não vingar em Joinville. A General Motors também anunciou que ergueria uma unidade de US$ 500 milhões no norte do estado, mas preferiu instalar-se em Gravataí, no Rio Grande do Sul. Essa, aliás, foi a maior derrota do ex-governador Paulo Afonso Vieira, do PMDB, na guerra fiscal.
O sonho da instalação de uma montadora de automóveis em solo catarinense permaneceu e ganhou força no início do governo Esperidião Amin. Tanto que, em viagem à Europa, o então secretário do Desenvolvimento Econômico, Paulo Gouvêa da Costa, posou para fotos dentro de um bólido da inglesa TVR. Era o ponto alto das negociações com o inglês Chreigton Brown, amigo do governador que era apresentado como futuro presidente da South American Sports Cars, empresa responsável pela montagem das unidades da TVR em Santa Catarina. Segundo o que se disse na época, a unidade consumiria US$ 22 milhões e entraria em operação este ano.
A empolgação do hoje deputado federal Gouvêa da Costa, porém, ainda não teve o resultado desejado. Governo e montadora assinaram o protocolo de instalação d o empreendimento em fevereiro de 2000. A partir daí, os dois lados não se acertaram mais. Primeiro houve divergências quanto aos incentivos fiscais que seriam oferecidos à indústria. Depois, e mesmo sem a solução da questão dos incentivos, os responsáveis pela South American justificaram novos atrasos na instalação por dificuldades na negociação do terreno onde ficaria a unidade e por causa do racionamento de energia adotado pelo País.
Agora, explica o representante de Chreigton Brown no País, Kevin Freyburg, os candidatos a dirigir um TVR terão que esperar mais um pouco. E a culpa, observa, é de Osama Bin Laden. “O processo de instalação foi temporariamente suspenso por causa da queda do World Trade Center. Isso porque investidores que participarão do projeto tinham escritórios nas torres gêmeas e precisam reorganizar seus papéis antes de liberar recursos para a compra da área em Joinville”.
Por coincidência, a compra do terreno, primeiro passo concreto para a instalação da montadora, ocorreria justamente em meados de setembro, depois do dia 11. E as montadoras parecem mesmo estar se transformando na maior dor-de-cabeça dos governantes. Em Pomerode, a prefeitura doou um terreno de 250 mil metros quadrados para Rueu Shop, fabricante de tratores que anunciou desembolso de R$ 23 milhões para a instalação de uma filial no município. Na área doada, hoje há apenas um galpão semi-acabado e abandonado. “Desde outubro não consigo nem falar com os responsáveis pela empresa. Nas próximas semanas vou a Florianópolis conversar com o governador para resolvermos o caso”, diz a prefeita Magrit Krueger. Segundo ela, a área, que teve até o serviço de terraplanagem pago pelo município, deverá ser desapropriada e doada a outras empresas. “Há indústrias que querem vir para cá ou expandir unidades já existentes e não podem por falta de espaço. Ao mesmo tempo, temos aqueles 250 mil metros quadrados não usados”.
Fiesc pretende atrair indústrias russas
Na bagagem que o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc), José Fernando Xavier Faraco, trará de sua viagem à Rússia (na qual acompanhou a missão do presidente Fernando Henrique Cardoso) estão três protocolos que marcam o início de entendimentos para avaliar a instalação de linhas de produção de empresas russas de caminhões, helicópteros e cabos elétricos em Santa Catarina.
Conforme nota distribuída pela assessoria de Faraco, a Kazan Helicopter, vai estudar a instalação de uma linha para fabricar no estado um modelo de helicóptero (Mi-17) com aplicações militares ou civis, de olho no mercado latino-americano.
A fábrica de caminhões Kamaz Joint Stock Company, especializada em modelos com capacidade superior a sete toneladas, definiu que avaliará a instalação de linhas para montagem de kits de caminhões ou de motores diesel com potências de 220 a 360 cavalos em Santa Catarina. O terceiro documento foi assinado em Moscou pelo diretor da Russian Aluminium, Alexander Livshits e pelo presidente companhia catarinense Luminar, Márcio Ribeiro.
As duas empresas discutirão a instalação em Santa Catarina de uma linha de produção de cabos elétricos de alumínio para as linhas de transmissão de energia, já que este é um segmento que receberá muitos investimentos no Brasil ao longo dos próximos anos.
Cresce demanda por microcrédito no Rio Grande do Sul
As duas instituições de específicas de microcrédito do Rio Grande do Sul fecharam 2001 com aumento no número de financiamentos liberados em comparação ao ano anterior. A Portosol, com postos em Porto Alegre e Novo Hamburgo, subiu de 6,2 mil para 14 mil atendimentos. Os valores liberados passaram de R$ 5,2 milhões para R$ 14,5 milhões. Em apenas seis anos de atuação, a instituição contabilizou R$ 38 milhões emprestados a 37 mil empreendedores. O Centro de Apoio (Ceape) Ana Terra, que além da Capital está instalado em Canoas, Santa Maria e Pelotas, há dois anos apresenta um crescimento de 30% no número de operações. Nos 15 anos de atuação, o Ana Terra registrou um total de R$ 29 milhões liberados para 35 mil clientes.
Segundo a diretora-executiva do Ceape, Alda Miller, 2001 somou, até outubro, R$ 2,5 milhões em financiamentos concedidos a cerca de três mil micro-empresários, formais ou informais.
O Banrisul, que trabalha com micro ou pequenas empresas mais consolidadas, também encerrou o ano com um crescimento significativo no número de operações. Em 2000, o total financiado chegou a R$ 77 milhões, montante que alcançou R$ 129 milhões ano passado - 20% em Porto Alegre e, o restante, no Interior. O chefe do Departamento Comercial do banco, Antonio Claudio Muniz Borges, entende que o acréscimo no número de financiamentos é o resultado do crescimento da economia gaúcha, aliado à política do Banrisul em começar a dar mais atenção à pessoa jurídica, micro e pequenas empresas.
A busca por um negócio próprio no comércio lidera a procura por crédito. Conforme as estatísticas do Ana Terra, 65% dos clientes buscam investir no setor. O percentual no segmento produção chega a 20% e, o de serviços, a 15%.
elos números da Portosol, o comércio aparece na dianteira com 52% do interesse dos clientes, seguido pelos serviços (31%) e produção (16%). Investimentos mistos registraram 1% da procura. Nas duas instituições, é a área de confecções que desperta a maior demanda, mesmo que no levantamento do Ana Terra o ramo apareça inserido no segmento produção, o segundo colocado nos três itens. No caso da Portosol, as confecções se dividem em comércio e produção. “A confecção é uma atividade em que é exigido pouco capital para se iniciar. Com uma máquina e poucos metros de tecido dá para começar o negócio”, avalia Alda Miller. Na busca por um empreendimento na área de serviços, a constatação das duas instituições é que a maioria dos interessados optou por tentar montar oficinas mecânicas.
Em 2001, a média do valor financiado pelo Ana Terra foi de R$ 1,1 mil. No ramo de confecções, girou entre R$ 2mil e R$ 2,5 mil. O gerente marketing e desenvolvimento da Portosol, Cristiano Mross, revela que, entre todas as atividades, a média de crédito concedido alcançou R$ 1,4 mil.
Mross entende que o salto no número de operações da Porto Sol em 2001 foi reflexo dos novos produtos criados, como o desconto de recebíveis (cheques pré-datados referentes à venda de produtos ou serviços da empresa) e abertura de um posto em Novo Hamburgo, que correspondeu, ano passado, por 25% dos atendimento de clientes. A projeção para 2002 é de uma movimentação ainda maior. A expectativa está amparada em novidades como financiamento para o pagamento de Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) e do Imposto sobre Veículos Automotores (IPVA), lançados semana passada, além da abertura de quatro novos postos. Dois serão em Gravataí e Cachoeirinha. “Os financiamentos para IPVA e IPTU são somente para quem se enquadra como nosso cliente”, lembra o gerente de marketing da Portosol.
A inadimplência também é considerada baixa. No caso do Ana Terra, que trabalha com uma taxa de juros variável entre 4% e 5,5%, o percentual foi de 5% em 2001. Na Portosol, que opera com juros de 3,5% a 4,49%, ficou em 5%. O Ceap empresta de R$ 200 a R$ 10 mil para capital de giro e investimentos como máquinas, equipamentos e melhorias de instalações. O crédito da Portosol pode chegar a R$ 15 mil.
As duas instituições trabalham sem fins lucrativos. O Ceape Ana Terra é uma organização não-governamental e a Portosol tem como sócios fundadores a prefeitura da Capital, os governos do Estado e federal e a Associação dos Jovens Empresários de Porto Alegre.
Região Sul é afetada pela falta de energia
O blecaute provocou o desligamento automático, às 13h13min, de 14 das 18 turbinas de Itaipu , a maior hidrelétrica do mundo. Só permaneceram em funcionamento as quatro máquinas que estavam gerando energia para o Paraguai, parceiro do Brasil na usina. Mesmo assim, essas turbinas atuaram com capacidade reduzida, gerando 950,30 megawatts (o equivalente a uma turbina e meia) para não haver excesso de oferta. O Paraguai revende ao Brasil 96% da energia a que tem direito. Itaipu produz 25% da energia consumida no Brasil e 37% da demanda das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.
Segundo a Companhia Paranaense de Energia (Copel), o blecaute deixou 1,3 milhão de pessoas sem energia nas regiões Norte e Noroeste, especialmente Maringá, onde as industrias das Cooperativas Cocamar e Coamo ficaram sem luz por cinco horas. Alguns bairros de Curitiba também foram afetados durante poucos minutos. Às 14h30min, três turbinas foram religadas para fornecer 1.615 megawatts aos estados do Sul. Nesse horário, o sistema de transmissão para Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul foi restabelecido. O diretor-geral brasileiro da Itaipu, Euclides Scalco, considera que o problema no sistema de transmissão de Furnas Centrais Elétricas tenha ocorrido na subestação de Ivaiporã (região Central do Paraná), onde a linha sofre uma bifurcação, com uma ramificação seguindo para o Sudeste e a outra para o Sul. Às 16h já havia quatro turbinas em funcionamento para fornecer energia para o Sul.
Quatro das sete plantas industriais da Cooperativa dos Cafeicultores e Agropecuaristas de Maringá (Cocamar), no Paraná, ficaram paralisadas por cerca de cinco horas por causa do blecaute. A interrupção do fornecimento de energia elétrica durou apenas 50 minutos, mas as indústrias, localizadas no Noroeste do estado, tiveram de parar por mais tempo para retomar a produção, informou o superintendente comercial e industrial da Cocamar, Celso Carlos dos Santos Júnior. Na Cooperativa Agropecuária Mourãoense (Coamo), de Campo Mourão, Centro-Oeste do Paraná, a interrupção durou 40 minutos e atingiu a refinaria e a indústria de processamento de óleo, além da fiação de algodão.
Colunistas
NOMES & NOTAS
Cartões
A empresa gaúcha Good Card, especializada na administração de convênios por cartões magnéticos, fechou 2001 com 735 mil cartões, conquistados em dois anos de operações. O carro chefe da empresa é o Good Med, desenvolvido em parceria com a Unimed Campinas, que já conta com 480 mil usuários. O cartão facilita o acesso a uma lista de medicamentos, com descontos em laboratórios. O Fuel Control, cartão para o controle de abastecimento de veículos, está sendo utilizado por 143 empresas brasileiras, controlando os gastos com combustível de 24,8 mil veículos.
Repasse
A concessionária Viapar, responsável pelo Lote 2 do Anel de Integração, com total de 474 quilômetros, recolheu durante o exercício de 2001 um total de R$ 3,012 milhões em ISSQN (Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza) aos cofres de 23 municípios servidos pela malha rodoviária. O imposto, previsto em lei federal, começou a valer em 2000 e é incidente sobre a cobrança das tarifas de pedágio, variando em 5% na média. Segundo a empresa, os valores são repassados mensalmente aos municípios, tornando-se uma importante receita adicional que é transformada em benefícios à população. A cidade de Floresta, por exemplo, às margens da PR-317 entre Maringá e Campo Mourão, onde está situada uma das praças de pedágio da Viapar, recebeu durante 2001 cerca de R$ 236 mil da concessionária; Presidente Castelo Branco, servida pela BR-376 entre Maringá e Paranavaí, onde está localizada outra praça, recebeu R$ 152 mil; por sua vez, Mandaguari e Marialva, também atendidas pela BR-376, tiveram direito a R$ 256 mil cada; em Corbélia e Campo Mourão, onde há outras duas praças de pedágio, o total foi de, respectivamente, R$ 202 mil e R$ 130 mil.
Voluntariado
A Universidade do Vale dos Sinos (Unisinos), em São Leopoldo, na região metropolitana de Porto Alegre, firmou apoio com a entidade Parceiros Voluntários. A vice-presidente da ONG gaúcha, Maria Elena Johannpeter, convidou o reitor Aloysio Bohnen a participar do conselho deliberativo do Parceiros Voluntários. O padre Bohnen aceitou a indicação, destacando que a universidade vai se empenhar para fortalecer ainda mais o bem comum e a cidadania no Estado. “O voluntariado possibilita o surgimento de novos talentos e termina com o individualismo”, afirmou Bohnen.
Inversão do tráfego
A Polícia Rodoviária Federal considerou satisfatória a chamada “Operação Retorno”, que no último domingo inverteu o tráfego na BR-101 no sentido Norte-Sul. Segundo a PRF nenhum acidente foi registrado e a operação será repetida no próximo domingo (27). Das 17h30min às 18h30min de domingo, 19 quilômetros, entre o trevo da Praia do Sonho e de Santo Amaro da Imperatriz, foram liberados para o fluxo de veículos em duas pistas. A fila que se formou no sentido contrário, a partir do trevo de Santo Amaro, segundo a PRF, foi de dois quilômetros.
Parceria
A partir deste mês, a Guarida Imóveis passa a ser representante credenciada da Sinosserra Consórcios. Essa união será uma forma de oferecer maior tranqüilidade a quem deseja adquirir um imóvel no mercado gaúcho. Isso porque, o consumidor encontrará dois serviços em um mesmo lugar: a compra do plano de consórcio e as ofertas de imóveis. Esse benefício diminui o tempo que o cliente necessita investir no processo de compra, que geralmente exige larga documentação, o que é dispensado no consórcio. Além disso, o consumidor terá a garantia e segurança de estar trabalhando com duas empresas de tradição.
Avaliação
Hoje e amanhã, a prefeita de Florianópolis, Ângela Amin, reúne o colegiado municipal para avaliar o terceiro quadrimestre do ano de 2001. Todas as secretarias, fundações e autarquias da prefeitura deverão apresentar uma avaliação das suas atividades nos últimos quatro meses do ano passado. Além disso, a prefeita e os secretários vão discutir os projetos que deverão ser contemplados em 2002. Nos relatórios quadrimestrais que serão apresentados, todos os secretários deverão entregar para a prefeita um relatório de investimento e gastos, de acordo com os projetos realizados em 2001.
Energia
O empresário Sidney Simonaggio, presidente da Rio Grande Energia (RGE), uma das distribuidoras de energia elétrica no Rio Grande do Sul, apresenta amanhã um balanço da empresa em 2001 e adianta os investimentos previstos para 2002, em entrevista coletiva.
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01/24/2002
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