Procon/RS arrecada R$ 1,19 milhão









Procon/RS arrecada R$ 1,19 milhão
O Procon/RS obteve em 2001 o melhor resultado em arrecadação desde que começou a aplicação de multas, em 99. No ano passado, os processos administrativos, principalmente, contra grandes estabelecimentos comerciais do Estado geraram cerca de R$ 1,19 milhão. Em 2000, o valor arrecadado foi muito inferior, somando R$ 124 mil. Esta receita é depositada no Fundo Estadual dos Direitos do Consumidor, que investe na criação de Procons municipais, na informatização destes órgãos e na elaboração de material informativo. O secretário do Trabalho, Cidadania e Assistência Social, Tarcísio Zimmermann, diz que muitos dos processos administrativos do ano passado eram voltados a redes de supermercados que não colocaram etiquetas de preços em suas mercadorias.

Desde 99, quando o órgão foi regulamentado, foram instaurados mais de 15 mil processos administrativos no Procon/RS. Segundo o coordenador executivo do órgão, Ben-Hur Rava, em 2001 foram cadastrados quatro mil processos. Destes, 3.532 foram arquivados, seja porque o consumidor foi atendido ou porque sua reclamação estava equivocada.

O secretário Zimmermann diz que em 1999 foram cadastrados mais de 8,4 mil processos administrativos e não houve arquivamento. Já em 2000, o número de cadastros baixou para 3,3 mil, com mais de mil processos arquivados. “No início, todas as pessoas que procuravam o Procon eram orientadas a entrar com um processo, a partir de 2000 o órgão mudou esse critério e só o que representa lesão ao consumidor é cadastrado”, justifica.

No ano anterior, foram realizados mais de 75 mil atendimentos através do Disque Procon 151. Rava diz que foram feitas 138 atividades de fiscalização, onde 20 empresas receberam notificação e nove produtos foram apreendidos. No total, existem dez Procon’s no Estado e cinco estão em processo de institucionalização. O secretário salientou a necessidade da criação de um Procon municipal em Porto Alegre, pois 60% das denúncias feitas são de moradores da Capital. Outros 27% vem dos consumidores da Região Metropolitana e 14,7% do interior do Estado.

Zimmermann acrescenta que nessa segunda-feira foi criada uma comissão conjunta entre a Secretaria da Fazenda e a Secretaria do Trabalho que vai monitorar os preços dos postos, através do Procon. Nos próximos dias, estará a disposição dos consumidores uma lista com postos de gasolina do Rio Grande do Sul.


RS adota medidas de combate à estiagem
O secretário da Agricultura e Abastecimento, José Hermeto Hoffmann, anunciou ontem na Região das Missões a adoção de medidas emergenciais para os agricultores prejudicados pela seca. Entre as medidas, estão a liberação de recursos através do Programa RS Rural e do Banrisul, com linha de crédito de custeio de insumos.

Até o momento, 42 municípios gaúchos foram atingidos pela estiagem. O secretário explica que a situação se agravou em decorrência da falta de chuva neste final de semana. Segundo Hoffmann, a seca deste ano está mais localizada do que em 1999 e 2000. “Isso significa que não teremos um impacto grande na produção agrícola total do Rio Grande do Sul”, adianta.

Para viabilizar renda aos agricultores antes da próxima safra de verão e evitar que eles sejam obrigados a esperar 12 meses para receber, a secretaria vai garantir a entrega de sementes de milho, feijão e trigo através do Programa Troca-Troca de Sementes. Já o Banrisul vai disponibilizar R$ 1 milhão para o custeio de insumos e dará, ainda, garantia de crédito para custeio da segunda safra de feijão e da safra de milho e trigo para o inverno. A secretaria também vai dar prioridade à construção de poços artesianos previstos no Orçamento Participativo 2002.


Exportação de carne de frango vai crescer
As exportações brasileiras de carne de frango deverão crescer em torno de 10% em 2002, ultrapassando a marca de US$ 1,5 bilhão. A projeção é do presidente da Associação Gaúcha de Avicultura - Asgav - e vice-presidente do grupo Avipal, Paulo Vellinho, ao lembrar que em 2001 as vendas externas do setor tiveram incremento de 60%, totalizando US$ 1,4 bilhão, devido ao câmbio favorável e a fatores como a moléstia da “vaca louca” que aumentou a demanda pela carne de frango.
O dirigente considera que a crise argentina não terá maior reflexo sobre as exportações de frango do Brasil, uma vez que o país vizinho absorve menos de 10% das vendas externas do setor.


Portobello Shop consolida atuação
A Portobello S/A, de Tijucas, uma das empresas líderes de mercado brasileiro de cerâmica, consolidou a franquia Portobello Shop em 2001. Foi o ano em que as lojas abertas a partir de 1998 para escoar a produção de maior exclusividade e sofisticação atingiram a maturação. Da receita líquida da Portobello de R$ 230 milhões no ano passado, a franquia representou 16%. O número de lojas abertas subiu 5%, de 64 para 67, mas a receita aumentou 50% em 2001.

Criada para implantar no mercado um novo conceito, a Portobello Shop, pioneira nesse segmento, mantêm-se como a única rede de lojas especializadas em produtos e serviços completos para pisos e revestimentos. O reconhecimento de todo esse trabalho é traduzido pela velocidade no desenvolvimento da cadeia. Os 17 show rooms mantidos pela Portobello até 1998, deram espaço para 67 lojas Portobello Shop em menos de 3 anos. Até final de 2002, três novas lojas devem ser inauguradas em grandes centros brasileiros, ainda não divulgados pela empresa.

“A rede Portobello Shop trouxe para o mercado da construção um novo conceito. Foi idealizada para ser mais do que uma simples loja de pisos e revestimentos cerâmicos”, diz o diretor comercial da empresa, Rogério Sampaio. A franquia também oferece serviço exclusivo de assentamento para pisos e revestimentos.

Segundo Sampaio, o cuidado com o atendimento é o maior diferencial. Além de pisos e revestimentos, o consumidor pode escolher a solução completa, ou seja, o produto assentado conforme visto na loja, no ambiente de exposição. O consumidor, se precisar, recebe uma assessoria nestas lojas que têm profissionais especializados para acompanhar os projetos ou prestar orientação, caso o cliente não tenha a menor idéia de que piso usar. Pode também visualizar imagens 3D com ambientações de diversos pisos e revestimentos.

Hoje, 80% das lojas já possuem assentadores capacitados para realizar um trabalho especial. Esses profissionais são treinados no Núcleo Tecnológico de Assentamento Cerâmico (Nutac) construído junto à fábrica da Portobello em Tijucas, em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), o Senai e a Portobello S/A. Além do treinamento, existe uma forte preocupação com a apresentação desses profissionais. Os assentadores vestem uniformes confeccionados exclusivamente para a rede Portobello Shop.

E os consumidores acabam tendo vantagens ao comprar um produto na rede de lojas da empresa. Eles recebem, por exemplo, o certificado de garantia dos serviços Portobello, padrão e excelência na execução do assentamento, segurança na residência, isenção de vínculos empregatícios, uso das mais modernas técnicas e equipamentos e um serviço limpo e organizado.

Segundo o diretor, a preocupação com a satisfação do cliente está presente em tudo. Nas 67 lojas Portobello Shop de todo o País, o atendimento é feito por arquitetos, decoradores e técnicos em edificações, o que garante o envolvimento com o projeto dos clientes, seja qual for o ambiente a ser trabalhado. “Esses profissionais orientam o consumidor quanto às características técnicas de cada produto e sua utilização”, diz Sampaio.

Para uma maior comodidade, a Portobello Shop efetua o cálculo do material necessário para a obra, evitando desperdícios. A entrega dos produtos é agendada e o material é recebido paletizado e envolto em plásticos, o que evita a quebra no transporte e na armazenagem.


Vendas da Agas têm aumento de 4,26%
As vendas dos supermercados do Rio Grande do Sul tiveram um acréscimo de 4,26% em 2001, em comparação a 2000, mas decepcionaram no mês do Natal, com queda de 7,27% em comparação a dezembro de 2000. A avaliação é do presidente da Associação Gaúcha de Supermercados (Agas), João Carlos de Oliveira. Segundo ele, o índice de aumento das vendas em 2001 está abaixo da expectativa da Agas, apesar de se manter dentro da projeção feita em janeiro de 2001, que previa um crescimento entre 4% e 6% para o ano. “Esperávamos fechar 2001 com um número mais próximo a 6%”, justifica.

Os resultados do mês de dezembro do ano anterior também foram abaixo do esperado. As vendas daquele mês aumentaram 24,23% em relação a novembro do mesmo ano. “Desde o início do Plano Real, em 1994, nunca tínhamos obtido um crescimento tão baixo na comparação entre estes meses”, avalia. A Agas esperava ampliar as vendas entre 35% e 40% neste período, seguindo o índice alcançado em 2000, quando a alta das vendas foi de 41,92%.

E o último mês do ano teve queda de 7,27% em comparação a dezembro de 2000. “Este foi um dezembro atípico, onde o movimento só foi maior na semana de festas”, observa. Mas o mês de dezembro de 2000 já havia demonstrado uma diminuição de 5,04% sobre dezembro de 1999, somando uma queda de 13% nos últimos dois anos.
Para 2002, a expectativa é de que haja um crescimento de 5% nas vendas. Entretanto, o presidente da Agas prevê pucas vendas em janeiro e fevereiro. Ele observa que alguns empresários do setor estão reclamando que diminuiu o movimento nos supermercados do Litoral Norte. “Muitos gaúchos foram passar o veraneio em Santa Catarina, atraídos pelas ofertas destinadas aos turistas argentinos, que não vieram”, constata.


Santa Catarina tem consumo menor de energia em 2001
Mesmo sem chegar ao Sul do País, o racionamento de energia, e as medidas de conscientização sobre o combate ao desperdício, refletiram no comportamento do mercado catarinense. Segundo a Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc), a demanda por eletricidade entre janeiro e dezembro de 2001 foi 3,4% maior do que a registrada no ano anterior, percentual inferior ao esperado para o ano. No total, mostra relatório divulgado pela empresa, os consumidores locais receberam 12.424.975 Megawatts/hora este ano. Em 2000 haviam sido 12.021.076 Mwh.

“Nossa expectativa, traçada antes do início do racionamento, era de que o consumo crescesse 7% em comparação com o ano passado”, diz o chefe do departamento de planejamento e sistemas da distribuidora, Célio de Campos.

Segundo ele, os principais responsáveis pela diferença entre a demanda prevista e o total comercializado foram os clientes residenciais. “As pessoas trocaram lâmpadas e tomaram outras medidas para economia”, diz Campos. No ano, os consumidores residenciais aumentaram a demanda em 0,6%. O crescimento do mercado foi de 0,8% no setor público, de 3,8% no campo, de 4,6% na indústria e de 5,4% no comércio. Na comparação entre 2000 e 1999, a Celesc registrou crescimento de 7,3% na comercialização de energia.

E a situação não deve mudar no curto prazo. “A recuperação da demanda deve ser lenta. Este ano, por exemplo, o crescimento deve ser de 4% ou 4,5%”, diz Campos. Por enquanto, os dados da empresa mostram que o consumidor não voltou a acender as luzes como fazia antes. Em dezembro, na comparação com o mesmo período de 2000, a demanda no estado cresceu apenas 1,1%.

Esse número, que pode acalmar quem perdeu o sono com medo do racionamento, traz dores de cabeça para a Celesc. Com menos consumo, o faturamento da companhia cresce menos do que o previsto. Entre abril e junho, quando Santa Catarina ainda não havia apresentado reduções consideráveis na demanda, o faturamento da Celesc somou R$ 445,5 milhões, 20,8% a mais do que os R$ 368,6 milhões do segundo trimestre de 2000. Entre julho e setembro, com o consumo já em trajetória descendente, as vendas garantiram R$ 480,4 milhões, 16,4% a mais do que os R$ 412,7 milhões do ano anterior.


Tim e Global firmam acordo para troca de “torpedos”
Um acordo operacional firmado entre as concessionárias de telefonia móvel Tim Sul e Global Telecom está permitindo, desde ontem, que os clientes das duas operadoras troquem mensagens curtas de texto (SMS, na sigla em inglês para Short Message Service), os chamados torpedos. É a primeira parceria no Brasil entre companhias de celulares concorrentes que atuam com tecnologias diferentes - TDMA, no caso da Tim, e a CDMA, da Global.

Negociado comercial e tecnologicamente desde o início do segundo semestre do ano passado, o acordo garantirá significativo aumento do número de mensagens emitidas e recebidas por aparelhos das duas empresas. A Global espera dobrar o volume de torpedos e também duplicar a receita com este tipo de serviço, segundo afirma André Silveira, gerente de produtos do departamento de marketing. A Tim espera um fluxo adicional de 300 mil a 400 mil recados, de acordo com Mansur Marcos Trad, gerente de marketing corporativo e roaming.

“Esperamos que o segmento de SMS alcance uma participação de 10% a 15% na receita total em dois ou três anos”, observa Trad. A Tim já havia firmado acordos semelhantes com as operadoras de telefonia celular Claro Digital (Rio Grande do Sul), que opera a banda “B”, com a tecnologia TDMA; e Maxitel (Bahia, Minas Gerais e Sergipe) e Telenordeste (Nordeste), estas duas últimas também do grupo Tim.
“Estamos levando benefícios aos usuários, que até então tinham uma restrição para se comunicar por meio de mensagens curtas de texto, ao mesmo tempo em que garantimos aumento da receita”, declara Silveira. As duas companhias apostam no aumento do volume de SMS por causa do preço cobrado para o envio de torpedos, bem menor que uma ligação convencional.

No caso da Tim, o minuto de uma chamada normal na mesma área custa, em média, R$ 0,40 o minuto, enquanto que para uma comunicação no plano pós-pago é cobrado R$ 0,19 e, no pré-pago, R$ 0,29. Mas a empresa lançou uma promoção até o final do mês: R$ 0,19 para ambos os planos.

Os torpedos são geralmente usados por clientes jovens, na faixa etária dos 14 anos aos 21 anos, e, na maioria das vezes, para promover brincadeiras entre amigos ou para o envio de recados em datas comemorativas. É utilizado ainda em situações em que o usuário não pode atender o telefone, como em reuniões ou palestras.

Para mandar um torpedo, o celular precisa ter a função Mobile Originator (MO). Quarenta por cento dos 850 mil assinantes da Global tem aparelhos habilitados para este serviço. Na Tim, 600 mil dos 1,6 milhões de clientes podem usar o SMS. Para os executivos, a tendência é as operadoras irem gradativamente firmando acordos para que seus usuários possam trocar mensagens entre si.

“As três operadoras de Portugal já fizeram isso, assim como as cinco concessionárias da Inglaterra”, afirma Silveira. O Brasil tem 20 operadoras e 22 milhões de celulares digitais com acesso à tecnologia SMS, o equivalente a 15% da população. Citando estudo da consultoria A. T. Kearney com assinantes dos Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha e Japão, a utilização da SMS nestes países cresceu 10% em 2001.


Colunistas

NOMES & NOTAS

Gasolina
A Secretaria da Fazenda de Santa Catarina baixou a base de cálculo do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) incidente sobre a gasolina de R$ 1,9133 para R$ 1,7679 e os postos em Florianópolis reajustaram o preço do combustível. Os estabelecimentos que há dois dias vendiam o litro a R$ 1,25 aumentaram par a até R$ 1,57. A Agência Nacional do Petróleo (ANP) da agência estadual calcula que o preço do litro da gasolina em Florianópolis fique entre R$ 1,47 e R$ 1,57. “Os valores serão definidos agora que os Estados acertam a nova base de cálculo do ICMS”, diz o fiscal da ANP/SC, Sidnei di Franco.

Loja virtual
A Colombo, a terceira rede de lojas de varejo do País, inaugurou ontem a sua primeira unidade eletrônica da rede. Inédita no varejo gaúcho, a loja virtual da Colombo, com 70 metros quadrados, está equipada com quatro terminais de computador pelos quais os clientes podem comprar cerca de 2 mil itens, realizando todas as operações necessárias, desde a reserva do produto até a programação de entrega. A loja virtual da Colombo está localizada no Lindóia Shopping, na zona norte de Porto Alegre.

Check-up
O movimento inesperado de carros para revisão pré-viagem elevou em 5% a média de lucros do início do ano na Florença Veículos, concessionária Fiat em Curitiba. Os diretores da empresa atribuem a grande procura por check-up ao nivelamento dos preços das revendedoras em geral, com os praticados no mercado de oficinas mecânicas.

Banco do Brasil
Edemar Mombach é o novo superintendente do Banco do Brasil no Paraná. Com 30 anos de carreira e depois de ter passado pelos Estados do Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Ceará e Rio de Janeiro, Mombach substituirá João Carlos de Mattos, que assumirá a superintendência comercial do banco na Região Sul. Ele coordenará as atividades em 313 pontos de atendimento do BB no Paraná.

Investimento
Desde o mês de junho do ano passado, a Fininvest, empresa de crédito, já inaugurou seis lojas no Rio Grande do Sul. A última inauguração foi ontem, na cidade de Novo Hamburgo, na região metropolitana de Porto Alegre. Com ela, somam R$ 2,1 milhões os investimentos da empresa no Estado. No País, a Fininvest abriu 40 novas lojas em 2001. Hoje, são 103 lojas próprias e 118 de crédito pessoal lojista, localizadas em lojas parceiras da empresa de crédito.

Etiquetas
A Haco, de Blumenau, líder em etiquetas tecidas, é também fornecedora para o setor calçadista do Brasil, com mais de 70% do mercado. Na fábrica modelo, que funcionará durante a Couromoda 2002 que começou ontem no Parque Anhembi, em São Paulo, a empresa apresenta a HacoFix, uma etiqueta termocolante, desenvolvida para palmilhas sintéticas de calçados e que elimina as etapas de corte e costura da etiqueta. O sapato a ser produzido na fábrica modelo será um masculino da Calçados Democrata, de Franca (SP), um dos principais clientes da Haco. Serão produzidos mil pares de sapatos e comercializados du-rante a feira em uma loja piloto. Além da Democrata, a maioria das indústria de calçados do Brasil é cliente da Haco, como a Ferruci, Azaléia, Beira Rio, Arezzo, Dakota, Grendene, Picadilly, Ramarim, entre outros.

Itaguaçu
O Shopping Itaguaçu, de São José, o primeiro shopping center construído em Santa Catarina conseguiu em 2001 resultados expressivos de fluxo de consumidores e de vendas. O fluxo cresceu 20,38% em 2001 em relação a 2000, com uma média mensal de 550 mil consumidores. Foram 100 mil consumidores a mais por mês em relação a 2000. O resultado final de vendas ainda não foi apurado, mas as primeiras estimativas indicam crescimento em torno de 15%, quando a meta estimada para o período era de 10%.

Escola indígena
A Aldeia Guarani, localizada no Morro dos Cavalos, no município de Palhoça, na Grande Florianópolis, recebeu, ontem, do governador Esperidião Amin, a ordem de serviço no valor de R$ 145,94 mil para a construção da segunda escola com características indígenas de Santa Catarina. A primeira foi construída em 1999, na Aldeia Xapecó, no município de Ipuaçu, no Oeste do Estado. O projeto da Escola Indígena de Educação Fundamental Itaty, de Palhoça, foi idealizado de acordo com a cultura dos índios guaranis e prevê a construção de um prédio com dois pavimentos para o funcionamento das áreas administrativa, de conveniência, duas salas de aula, uma de arte e outra de cultura em dois blocos. O prédio de 28.979 metros quadrados vai atender cerca de 20 crianças da comunidade do ensino fundamental e supletivo.

Economia
Mais de 600 pessoas acessaram a página do Procon paranaense na internet (www.pr.gov.br/proconpr) entre o meio-dia de 9 janeiro e o mesmo horário do dia seguinte, para verificar os preços de álcool e gasolina em 66 postos de abastecimento de Curitiba, listados pela Coordenadoria de Proteção e Defesa do Consumidor. O atendimento do Procon pode ser realizado pelo Disque Procon, pelo telefone 0800-41-1512, que está à disposição no período das 8h30 às 19 horas. O atendimento pessoal para reclamações é realizado entre às 12h30 e 18h30, na rua Francisco Torres, 253, centro de, Curitiba.


Topo da página



01/16/2002


Artigos Relacionados


AGU arrecada R$ 3,3 mi com cobrança de créditos rurais

Poupatempo Campinas arrecada leite até dia 31

Porto Alegre arrecada R$ 57 mi com Fórum

Cruzex arrecada 2 toneladas de alimentos em Natal

Tesouro Direto arrecada R$ 264,87 milhões em junho

INSS arrecada R$ 3,7 milhões com venda de 9 imóveis no DF