Virada Paulista: Ludov anima Assis
E a banda campineira Soul na Goela ajuda a animação
O final de semana será animado em 19 cidades do interior e litoral paulista. Elas foram contempladas com a segunda edição do Virada Cultural Paulista. Seguindo os moldes da Virada Cultural realizada na Capital, a maratona promovida pela Secretaria Estadual da Cultura acontece das 18 horas de sábado, 17, às 18 horas do domingo, 18, e terá mais de 500 atrações.
Confira aqui a programação completa de Assis
17/05
18h
Abertura Oficial
Local: Palco Principal
18h30
Soul na Goela
Banda natural de Campinas reinterpreta covers de grandes sucessos da soul music, funk, além de hits das décadas de 60 e 70.
Local: Palco Principal
19h
Art Hip Hop
Com:
Art Company Street
Dance
Nesse espetáculo, o grupo utiliza elementos do hip-hop nos seus mais variados estilos. As coreografias são diversificadas, surpreendentes e extremamente contagiantes. Os elementos principais são a força, a garra e a expressão corporal, que fazem com que o público se envolva e se emocione de diferentes maneiras.
Local: Teatro Municipal Padre Enzo Ticineli
20h30
Forro Levanta Pó
Grupo de forró da cidade Ribeirão Preto apresenta releituras atualizadas dos maiores sucessos do repertório nacional do forró, xote e baião.
Local: Palco Principal
21h
Mané Gostoso
Com: Balé Stagium
Concepção: Décio Otero
Ao som de músicas do Quinteto Violado, a consagrada companhia paulistana de dança presta uma homenagem à cultura popular nordestina e a ícones a ela associados, como o sanfoneiro e rei do baião Luiz Gonzaga.
Local: Teatro Municipal Padre Enzo Ticineli
21h30
Grupo Cupuaçu
Centro de Pesquisa de Danças Brasileiras
Formado por paulistas, maranhenses e mineiros, trabalhando primordialmente o Bumba-meu-Boi maranhense, apresenta o espetáculo anualmente pelas ruas do Morro do Querosene, na capital paulista, em forma de cortejo, recriando o ritual de renascimento, batizado e morte do boi, atraindo uma média de cinco mil pessoas por apresentação.
Local: Imediações do Palco Principal
22h30
Sandália de Prata
A Banda Sandália de Prata surgiu em 2003. Seu núcleo formador é a periferia de São Paulo, berço de tantos outros talentos do samba brasileiro. Tentando não se prender muito a rótulos específicos, a banda diz fazer um “samba pesado”, título do novo disco, ainda em produção, que traz a levada do samba-rock, pitadas de gafieira, samba tradicional, com arranjos de metais refinados, sempre com muita energia e alegria.
Local: Palco Principal
23h
Danilo Caymmi
Filho de Dorival e Stella, irmão de Dori e Nana, começou a aprender flauta e violão na adolescência. Nos anos 60 começou a atuar como flautista e compositor. Obteve o terceiro lugar no Festival Internacional da Canção da TV Globo de 1968, com "Andança", parceria com Edmundo Souto e Paulinho Tapajós. Trabalhou com a família e com Edu Lobo, e em 1973 lançou um disco com suas músicas. Nos anos 90 investiu mais na carreira de cantor, gravando vários CDs.
Local: Teatro Municipal Padre Enzo Ticineli
23h30
Grupo Cupuaçu
Centro de Pesquisa de Danças Brasileiras
Local: Imediações do Palco Principal
18/05
00h15
Luiz Melodia
Luiz Melodia sempre foi um desses artistas inquietos que, transitando por vários gêneros, imprimiu, como compositor e intérprete, sua própria leitura sobre todas as coisas. De volta aos palcos, “Estação Melodia” traz agora pérolas do samba. O trabalho é um mergulho estético e temático no samba dos anos 30, 40 e 50. O que não exclui canções de décadas posteriores, que aqui ganham a roupagem sonora “daquele tempo”. O cantor Melodia brinca de cantar, e sua precisão vocal ganha ainda mais brilho associada à descontração característica do tema em questão.
Local: Palco Principal
1h
10 Mulheres em Uma
Com: Edel Holz
Nesta montagem, Edel Holz vive 10 mulheres hilárias. O texto é uma ode ao universo feminino. Possui rima e um humor afiado, sem ser apelativo. Tem mulher pra todos os gostos: a perua, a tímida, a sapatão, a neurótica, a hipocondríaca, a quarentona, a mãe, a plastificada, a feia, a infantil.
Local: Teatro Municipal Padre Enzo Ticineli
3h
Ludov
Banda de rock alternativo, o Ludov é formado atualmente por Vanessa Krongold (vocal), Habacuque Lima (guitarra/ baixo), Mauro Motoki (guitarra/ teclado) e Paulo Chapolin (bateria). O grupo estreou nos palcos em junho de 2002. Desde então, o quarteto paulistano já lançou dois discos: O Exercício das Pequenas Coisas (DeckDisc, 2005) e o recente Disco Paralelo (Mondo 77, 2007) e conquistou - além de prêmios - um público cativo e fanático.
Local: Teatro Municipal Padre Enzo Ticineli
10h
It
Com: Cia. Anima de Bauru
It é um espetáculo que revive, em Teatro de Animação, a jornada humana do nascimento à morte. Em linguagem não verbal, o espetáculo resulta da interação entre vários elementos simbólicos – uma marionete, um pote, flores e pássaros – que vão tornando as cenas fluidas, sem acontecimentos externos extravagantes. A ênfase é dada nos processos, explosões e descobertas interiores, impulsionadas por acontecimentos aparentemente insignificantes, de forma sutil e lúdica.
Local: Teatro Municipal Padre Enzo Ticineli
11h
Abadá Capoeira
A Associação Abadá-Capoeira de Assis é uma entidade de utilidade pública sem fins lucrativos, que tem como objetivo a difusão da cultura brasileira através da Capoeira. Apresenta no palco a Roda de Capoeira Regional, com acrobacias, disputas de berimbau, solos, finalizando com a apresentação de Maculelê, uma mescla de dança com jogos de bastão.
Local: Palco Principal
12h
Angoleiros do Sertão de Paraguaçu Paulista
O grupo de Capoeira de Angola, Angoleiros do Sertão, apresentará a Roda de Capoeira Angola e o Samba de Roda, uma expressão cultural que remete à tradição afro-brasileira, comumente utilizada como encerramento do ritual.
Local: Palco Principal
12h
André Melo
Apresentação musical de André Melo (voz e violão), com músicas de sua autoria. Melo atuou como músico na peça "Na Carrera do Divino" junto com Paulo Betti, Eliane Giardini, e outros. Participou da trilha sonora do filme "Asa Branca" de Djalma Limongi. É membro efetivo do corpo de jurados da Liga das Escolas de Samba de São Paulo no quesito harmonia.
Local: Teatro Municipal Padre Enzo Ticineli
13h
Fandango de Tamanco de Ribeirão Grande
Fandango é, originalmente, baile, termo apropriado pelo português do espanhol. Por extensão, a música e a dança praticadas
em São Paulo
, características do litoral, da região sorocabana e do vale do Ribeira, também foram chamadas fandango. Como no nome, o baile traz, em sua estrutura, elementos da cultura ibérica: as violas, rabecas e pandeiros, na música; e os tamancos e chilenas, adereços que colorem o já exuberante sapateado, nas danças, sempre acompanhado do palmeado.
Local: Imediações do Palco Principal
14h
Axial
A banda apresenta no show “Senóide” canções tradicionais e inéditas do próprio grupo, música instrumental brasileira contemporânea e música eletroacústica. No repertório estão presentes também compositores como Elomar, Luiz Tatit e Chico Saraiva. Buscando o diálogo com outras artes, o grupo lançou-se à parceria com o audiovisual convidando o artista plástico Edu Marin para operar ao vivo a projeção de imagens cenográficas do show.
Local: Teatro Municipal Padre Enzo Ticineli
15h
Graça Braga e Banda
Neste show, Graça inova ao prestar uma homenagem a um dos principais eventos culturais da Capital Paulista: a Comunidade do Samba da Vela, que se reúne semanalmente e se especializou em revelar novos compositores de samba. No caso, a proposta é interpretar os sambas compostos pelos principais nomes da Vela, como Paqüera, Chapinha, Maurílio e Magno Souza e Edvaldo Galdino, inéditos ou já gravados por astros como Beth Carvalho e Quinteto em Branco e Preto.
Local: Palco Principal
16h
Ná Ozzetti
A cantora prepara um repertório baseado em canções inéditas de sua autoria em parcerias com Luiz Tatit, Alice Ruiz, Dante Ozzetti, entre outros. O trabalho que se desenvolve em grupo, apresenta características singulares, a começar pelo repertório pautado em crônicas urbanas contemporâneas e pelas interpretações personalíssimas de Ná.
Local: Teatro Municipal Padre Enzo Ticineli
17h
Leci Brandão
Nascida em Madureira-RJ e criada
em Vila Isabel
, Leci Brandão foi a primeira mulher a fazer parte da ala de compositores da Mangueira. Em 1973 foi descoberta pelo crítico musical e jornalista Sérgio Cabral e convidada para gravar um disco. De lá até aqui foram 23 álbuns e várias compilações em vinte e nove anos de carreira. Com seu timbre de voz incomum, promete uma viagem musical que une o samba e o pagode.
Local: Palco Principal
Da Secretaria da Cultura
05/14/2008
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