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Aula
(Roland Barthes)

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A ula magna que inaugurou 1977 no Collège de France a cadeira de semiologia literária. Aula articula idéias disseminadas em textos que tematizaram o problema da significação, de qual a literatura é forma privilegiada. Barthes "vê" a linguagem, modelada na teoria saussuriana do signo, como a base para a leitura da “estrutura” da vida social e cultural, e considera a língua como "um imenso halo de implicações, de efeitos, de repercussões, de voltas”.
O texto organiza-se de uma maneira didática. Fazem parte do exposto: Michelet, Jean Baruzi, Valéry, Merleau-Ponty, Benveniste, Foucault, Nietzsche, Kierkegaard, Marx, Freud, Mallarmé, Pasolini, Jakobson, Renan, Deleuze, Victor Hugo, Chateaubriand, Dante, Klossovski, Sartre, Brecht, Saussure, Tomas Mann. A semiologia, reinaugurada por Barthes, não se aparenta à filosofia, A semiologia tem a ver com os signos e o poder. Disseminado em todas as partes .
Barthes considera os signos na "escritura "("a prática de escrever") e "texto" ("o tecido dos significantes"). Descarta o acervo de obras. A literatura encena o jogo das palavras. Barthes insiste nas três forças da literatura : " Mathésis, Mimésis, Sémiosis
A Aula estrutura-se sob o signo do paradoxo, na medida em que coloca como objeto de representação o real e o "impossível". A impossibilidade de representar o real e o desejo de representá-lo constituem a literatura.
Tendo estabelecido sua definição "pessoal" de semiologia Barthes passa a expor o método de ensino. Sua "primeira semiologia", voltada para um objeto político e apoiada em Sartre, Brecht e Saussure, abordava, como ciência dos signos, os estereótipos sociais; todavia, essa semiologia desloca-se e estrutura-se diferentemente. na literatura, como um outro lugar, uma “terceira margem” possível para a linguagem, teoricamente infinita.
O orador oferece uma imagem em torno do poder, em torno da linguagem, em torno do discurso . Uma necessidade de libertação. Um grito, para quem quiser ouvir...



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