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História Da Bolsa De Valores
(ELVIO ARMANDO TUOTO)

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CRASH DE 1929, WALL STREET, NASDAQ, AMEX, AÇÕES ORDINÁRIAS
== Autor: ELVIO ARMANDO TUOTO ==
Bolsa de Valores é uma organização financeira onde se negociam títulos de renda variável (ações), dependendo das condições econômicas do mercado financeiro, e também títulos de renda fixa.
No fórum da Antiga Roma já se praticava algo semelhante à compra e venda de ações. O comércio com papéis tornou-se respeitável, ou seja, deixou de ser realizado ao ar livre, nas ruas e calçadas, somente a partir de 1487, na cidade de Bruges, na atual Bélgica, quando passou a ter uma sede própria, na casa dos Van Der Bursen.
A Companhia Holandesa das Índias Orientais instituiu as primeiras ações a serem colocadas em uma bolsa de valores (a de Amsterdam, em 1602).
A Bolsa de Valores de Londres estabeleceu-se na City em 1690. As Bolsas de Paris e de Nova York foram criadas e instaladas somente no século XVIII . A famosa Wall Street, em Manhattan, é a rua que abriga a sede da Bolsa de Valores de Nova York (New York Stock Exchange) desde 1792.
A Bolsa de Valores de Nova York em conjunto com a NASDAQ (North American Securities Dealers Automated Quotations) e a AMEX (American Exchange), é provavelmente a bolsa de valores mais importante do mundo.
A maior crise econômica do mundo capitalista ocorreu em 29 de outubro de 1929. A Bolsa de Nova York tinha 13 milhões de ações à venda mas faltavam compradores. Como resultado, os preços das ações despencaram, ocorrendo o famoso crash (quebra) da Bolsa de Valores de Nova York. Milhares de bancos, indústrias e empresas rurais foram à falência e pelo menos 12 milhões de norte-americanos perderam o emprego. Abalados pela crise, os EUA reduziram drasticamente a compra de produtos estrangeiros e suspenderam totalmente os empréstimos a outros países, propagando a crise mundialmente.
Nos últimos 50 anos entretanto, as grandes corporações dominaram a economia norte-americana e assumiram dimensões globais (GMC, Coca-Cola, General Eletric, Ford, Exxon, IBM, Microsoft, AT&T, etc.).
Devido à concorrência e para conquistar os cidadãos comuns, as corporações abriram o seu capital, permitindo que suas ações ordinárias fossem adquiridas por qualquer norte-americano, criando-se assim,o primeiro capitalismo popular da história moderna. Atualmente, mais de 60% das famílias norte-americanas reservam parte substancial das suas economias para a compra de ações.




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