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Um Apólogo
(Machado de Assis)

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Um apólogo (= alegoria onde animais e coisas falam) É ume  pequena história de vaidade e ciumeira que levam uma agulha e a linha a uma polémica acalorada onde cada uma procura mostrar  sua superioridade em relação à outra, na função que estão exercendo em fazendo Um vestido de baile para uma bela dama da nobreza que deverá ir a um baile. Participam, na história, como figurantes, um alfinete e a costureira. A agulha diz que a linha esta cheia de si sem razão alguma. A linha solicita que ela a deixe em paz e a agulha responde que falará quando lhe convier. A linha lembra que agulha não tem cabeça. Quando a agulha diz que ela é muito mais importante porque é ela que vai na frente abrindo caminho, a linha responde que os batedores do Imperador também vão à frente e portanto não são importantes. A agulha se gaba de estar sempre entre os dedos da costureira e a linha lembra que terminado o trabalho a agulha vai para a caixa de costura enquanto ela, a linha, irá para o baile com o lindo vestido e sua dona. O alfinete parece querer consolar a agulha e lhe diz que ele não abre caminho e onde o colocam ele permanece. O autor termina com uma lição moral (?) : "Contei esta história a um professor de melancolia, que então me disse, abanando a cabeça: Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária!"




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