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Diretrizes Para Leitura, Análise E Interpretação De Textos
(ADALBERTO CHIAVENATO)

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DIRETRIZES PARA LEITURA, ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS


Já no primeiro parágrafo do texto o autor passa a dificuldade de compreensão dos textos filosóficos, mostrando que temos, mas facilidade para entender os textos teóricos, ou seja, no texto literário os leitores defrontam com textos científicos ou filosóficos, o qual os levam ao desanimo, mas deixa claro que são superáveis, não tem a mesma facilidade dos textos literários, cuja leitura revela uma seqüência de raciocínio e o enredo é apresentado dentro dos quadros referenciais e fornecidos pela imaginação.

No caso dos textos de pesquisa positiva, o raciocínio é mais rigoroso, e preciso ter técnica especificas para levantar os dados, no qual deve se acompanhar o encadeamento lógico destes fatos.

Nos textos filosóficos e teóricos o que conta é a razão flexiva, o que exige muita disciplina intelectual para que a mensagem possa ser compreendida.

2. Antes de abordar as diretrizes para leitura e analise de textos, recomenda se atentar para a função dos mesmos em termos de uma teoria geral da comunicação, estabelencendo-se algumas justificativas psicológicas e epistemológicas fundamentais para a adoção destas normas metodológicas e técnicas, tanto para leitura como para redação e textos.

O esquema da teoria geral apresentando pela teoria da comunicação seria uma mensagem entre um emissor e receptor, assim fornecera mais elementos para a compreensão da origem da finalidade de um texto, no entanto para ser transmitida, deve ser medializada, já que a comunicação entre as consciências não pode ser feita diretamente, sendo assim o texto linguagem é o código que cifra a mensagem.

Quando o autor (emissor) escreve um texto ele já havia pensado por tanto o leitor (receptor) ao ler o texto decodifica a mensagem, para então pensá-la e personalizá-la, compreendendo-a: assim se completa a comunicação.
O homem sofre uma série de interferências pessoais e culturais que põem em risco a objetividade da comunicação.

3. As diretrizes metodológicas que são apresentadas a seguir têm apenas objetivos práticos;


DELIMITAÇÃO DA UNIDADE DE LEITURA

Unidade é um setor do texto que forma uma totalidade de sentido, de acordo com esta orientação, a leitura de um texto, quando feita para fins de estudo, deve ser feita por etapas, ou seja, apenas terminada a análise, de uma unidade é que se passará à seguinte.

O estudo da unidade deve ser feito de maneira continua, evitando ? se intervalos de tempo muito grandes entre várias etapas da análise.




2. ANÁLISE TEXTUAL

Primeira abordagem do texto com vistas á preparação da leitura. Trata-se de uma leitura atenta, mas corrida, sem buscar esgotar toda a compreensão do texto. Deve buscar a visão panorâmica, fazer levantamentos básicos, assinalar todos os pontos possíveis de dúvida.

Primeiro buscar dados sobre o Autor do texto, a seguir o vocabulário, trata se de fazer um levantamento dos conceitos e dos termos que seja fundamental para compreensão do texto ou que sejam desconhecidos do leitor, por outro lado o texto pode fazer referências a fatos históricos, a autores e especialmente a outras doutrinas, cujo o sentido no texto é pressuposto pelo autor mas nem sempre conhecido pelo leitor.

Os esclarecimentos são encontrados em dicionários, textos de história, manuais didáticos, ou monografias especializadas.A analise textual pode ser terminada com uma esquematização do texto cuja finalidade é apresentar uma visão de conjunto da unidade. Toda unidade comporta de três momento: Introdução, desenvolvimento e conclusão.



ANALISE TEMATICA

A analise temática procura ouvir o autor, apreender, sem intervir nele, o conteúdo de sua mensagem. Em primeiro lugar busca-se saber do que fala o texto. A resposta a esta questão revela o tema ou assunto da unidade, Nem sempre ottítulo da unidade da uma idéia fiel do tema.
Avançando um pouco mais na tentativa da apreensão d mensagem do autor, capta se a problematização do tema, não tem como falar de alguma coisa sem apresentar como um problema para aquele que discorre sobre ele.

Na explicação da tese sempre deve ser usada uma proposição, uma oração, um juízo completo e nunca apenas uma expressão, como ocorre no caso do tema.

Associadas ás idéias secundárias, de conteúdo próprio e independentes, completam o pensamento do autor: subtemas e subteses.

Quando se pede resumo de um texto, o que se tem em vista é a síntese das idéias do raciocino e não a mera redução dos parágrafos. O resumo fica melhor se conseguirmos falar com outras palavras desde que não mude a idéia do texto.












A ANÁLISE INTERPRETATIVA

A análise interpretativa é a terceira abordagem do texto com vistas à sua interpretação, mediante a situação das idéias do autor. Interpretar em sentido restrito, é tomar uma posiçõ própria a respeito das idéias enunciadas, é superar a estrita mensagem do texto, é forçar o autor a um dialogoe explorar toda a fecundidade das idéias expostas.

5. A PROBLEMATIZAÇÃO

Na problematização você tem que retomar todo o texto, tendo em vista o levantamento dos problemas relevates para a reflexão pessoal e principalmente discussão em grupo.


6. A SINTÊSE PESSOAL

O leitor tem que fazer uma síntese pessoal do texto, trata se de uma etapa ligada antes à construção lógica de uma redação do que à leitura como tal.


CONCLUSÃO

A leitura analítica ajuda o leitor na formação tanto na sua área especifica de estudo quanto na sua formação filosófica em geral.




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