Identificado assassino de ex-prefeito
Identificado assassino de ex-prefeito
A polícia de São Paulo já sabe quem comandou a gangue de seqüestradores que assassinou o prefeito de Santo André, Celso Daniel. É Itamar Messias Silva dos Santos, condenado a mais de trinta anos de cadeia por diversos crimes. Ele foi apontado por Manoel Dantas de Santana Filho, o Cabeção, como líder de uma quadrilha que pratica seqüestros relâmpago na região.
A denúncia foi confirmada ontem, quando a polícia prendeu um menor que dirigira a Blazer usada no seqüestro do prefeito. O menor disse que Itamar chefiava o bando e que Celso Daniel ficou preso no bar já identificado como possível cativeiro. Dois homens armados de fuzis faziam a guarda diante do cativeiro do prefeito.
Cabeção teve prisão temporária decretada por suspeita de envolvimento no crime. Também fariam parte da quadrilha de Itamar as pessoas identificadas pelos apelidos André Cara Seca, Bozinho, Cara de Gato, Serginho e Kiti.
Todos os suspeitos teriam fugido da região depois que um documento do prefeito assassinado foi localizado na favela, na semana passada.
A assessoria do Departamento de Homicídios chegou a informar que divulgaria foto de um suspeito, provavelmente Itamar. Horas depois, porém, recuou.
Olivetto foi abandonado no cativeiro para morrer
Publicitário conta que no dia em que foi deixado no cubículo, sem ar, achou que não resistiria.
O publicitário Washington Olivetto, 50 anos, afirmou na manhã de ontem que passou 53 dias sem ouvir qualquer voz ou ver qualquer pessoa durante seu seqüestro, tomando banho a cada quatro dias e escrevendo com muita freqüência. "Foram dias muito estranhos", afirmou.
Foi a primeira entrevista de Olivetto desde o fim de seu seqüestro, às 22h40 de sábado, dia 2. "Este é um episódio que eu quero esquecer. Vai ser difícil".
O publicitário creditou sua sobrevivência no cativeiro à possibilidade de registrar suas memórias, ler livros e revistas, ouvir música e tentar conversar por meio de bilhetes com os seqüestradores. "Graças a Deus, tinha música que eu gostava", disse. "Tocavam uns clássicos bons, música brasileira de qualidade. Eu calculava quanto tempo durava o CD e isso me ajudava a manter a noção do tempo".
Sorridente, vestindo uma camiseta preta e uma calça social cinza, Olivetto entrou no auditório do centro de convenções da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap), em Higienópolis (SP), pouco depois das 10h e agradeceu repetidas vezes à imprensa e à polícia, especialmente ao delegado Wagner Giudice, que estava sentado a seu lado: "Tem muita gente boa (na polícia). Ele (Giudice) é o meu novo amigo de infância desde sábado à noite".
O publicitário respondeu a jornalistas chilenos em espanhol ("Me encanta Santiago"), falou palavrões, pediu aos jornalistas que não o chamassem de "senhor" e brincou várias vezes.
Afirmou que fez de tudo para manter a noção do tempo, apesar dos esforços dos bandidos para confundi-lo, e contou detalhes sobre como os bandidos o seqüestraram, sua permanência no cativeiro e sua libertação.
Dono de uma das maiores agências de publicidade do País, a W/Brasil, Olivetto desconfiou da falsa blitz da Polícia Federal, realizada pelos seqüestradores no dia 11 de dezembro, às 19h35, no bairro da Consolação, em São Paulo. Seu carro, um Chevrolet Ômega blindado, foi interceptado pelos bandidos.
Olivetto notou falhas nos coletes dos falsos policiais. "As letras eram desproporcionais", afirmou. Ele disse ter percebido que estava correndo perigo quando os homens retiraram seu motorista do carro. Então, tentou fugir. "Bati num (com golpes de judô, segundo ele), mas o segundo me pegou. Daí, vieram três, quatro, cinco...", contou.
O que ele disse
"Sempre me julguei um cara da galera, trabalhador... nunca achei que seria alvo de seqüestro"
"Escrevi dia e noite, o que me ajudou muito"
"Percebi que tudo era muito sério dois dias depois. Até então, eu estava muito agressivo. E eles me respondiam agressivamente também"
"Felizmente, não perdi a noção do tempo. Sabia identificar os dias passando"
"Um dia, sumiram a luz e a música. Pensei que podia ser uma falha técnica ou que estavam mexendo no gerador. Comecei a bater na porta. Na quarta vez que bati, notei que eles haviam ido embora"
"Comecei a gritar, ouvi uma resposta qualquer, possivelmente da mãe da garota que tinha o estetoscópio"
"Senti isso fortemente (que ia morrer) no sábado, quando o aparelho respirador parou de funcionar"
"Achei que seria uma espécie de vingança. Que eles haviam sido presos ou tinham fugido e desligado o aparelho para se vingar"
"Foi um aprendizado. A vida sempre foi muito legal pra mim. Até esse episódio, fui uma das poucas pessoas que nunca tiveram algo difícil na vida que gostariam de esquecer. Esse episódio quero esquecer e sei que vai ser muito difícil"
"O tempo vai fazendo com que as pessoas percam a doçura. Notava que isso acontecia comigo, mas sempre tentava recuperar. Saio deste caso com uma carga de doçura enorme"
Publicitário pede punição
Washington Olivetto pediu a punição dos seqüestradores: "Não existe a questão do perdão. Eles têm de ser tratados como criminosos".
Ele também comentou como era sua comunicação com o grupo, incluindo os freqüentes bilhetes – uma relação classificada por ele de "bate e assopra". Mandei uma mensagem xingando até a décima geração deles", disse, rindo. "Outro dia, escrevia uma mensagem até doce".
O publicitário afirmou que recebeu revistas (Economist e Cult) e livros (Papillon e 1984) dos seqüestradores.
Em seu diário, ele escreveu várias vezes sobre a possibilidade de morrer no cativeiro. Suas anotações incluem cartas à mulher e ao sócio, o roteiro de seu futuro livro sobre o Corinthians – uma de suas grandes paixões – e até mensagens a ele mesmo.
Sobre o dia de sua libertação, Olivetto disse que não imaginava que estava prestes a ser solto.
"Quando sumiu a luz e a música, vi que o respirador (que jogava ar no cativeiro) havia quebrado", explicou, dizendo que pensou que ia morrer. O publicitário bateu na porta, mas ninguém respondeu. "Daí, soube que o pessoal havia ido embora", disse. Apesar de temer ficar sem ar, começou a gritar. "Eu falava 'por favor, chame a polícia' e a vizinha começou a ouvir".
Na abertura do seu cativeiro, localizado na Rua Kansas, no Brooklin (SP), Olivetto ficou assustado – um dos policiais entrou no cubículo com uma arma apontada para ele. Naquele momento, acabava o seu sofrimento.
O publicitário agradeceu as manifestações de carinho e solidariedade, disse que pretende viajar para a Europa durante 15 a 20 dias e que não vai se mudar do Brasil.
Polícia trabalhará unida contra o crime no Entorno do DF
Centro integrado permitirá que a Polícia Civil, a Polícia Militar e os bombeiros operem juntos.
As Polícias Civil e Militar, além do Corpo de Bombeiros, já estão trabalhando juntos no Novo Gama e na Cidade Ocidental, em Goiás, entorno do Distrito Federal. O presidente Fernando Henrique Cardoso inaugurou ontem, nos dois municípios, os Centros Integrados de Operações de Segurança (Ciops), construídos com verba do Plano Nacional de Segurança.
Até o fim de abril, outros dez Ciops serão inaugurados no Entorno. Cada unidade custou R$ 450 mil e vai abrigar os efetivos numa área de 708 metros quadrados, que conta ainda com duas celas para detenção de emergência. O atendimento à população será dado por universitários, beneficiados pelo programa do governo goiano Bolsa Universitária.
Cada Centro vai cobrir uma área de atuação, como ocorre em delegacias e batalhões. A diferença será no atendimento à comunidade. "Às vezes, as duas polícias deslocam efetivos para uma mesma operação", ex plica o assessor especial da Secretaria de Segurança de Goiás, Tito Souza do Amaral. "Com a integração, o delegado e o comandante da PM vão saber exatamente o que está acontecendo e sendo feito".
Um único número de telefone vai servir para a comunidade se comunicar com as polícias e o Corpo de Bombeiros. Mas a integração depende também de uma mudança de mentalidade. Cada Ciops possui uma sala de reunião, onde serão realizados encontros entre as duas polícias. "Vamos otimizar o trabalho dos policiais e poderemos oferecer um serviço de segurança melhor, com atendimento mais rápido", afirma Amaral.
As inaugurações contaram ainda com a presença dos governadores do DF, Joaquim Roriz, e de Goiás, Marconi Perillo. O presidente da República destacou a aliança entre os governos para diminui o índice de criminalidade na região. "Os governantes passados pensavam apenas no seu partido. Agora, vemos dois líderes que compreendem a forma moderna de se administrar", elogiou Fernando Henrique. "Segurança pública requer cooperação. As polícias precisam trabalhar juntas para que haja mudança no Brasil", declarou.
Desde o lançamento do Plano Nacional de Segurança, em 2000, foram destinados ao Entorno R$ 26,4 milhões – R$ 22 da União e R$ 4,4 milhões do governo de Goiás – para aquisição de equipamentos, contratação de pessoal e melhoria da infra-estrutura. A integração, segundo o secretário de Segurança do DF, Athos Costa de Faria, deve ser ainda maior com a inauguração do Ciops em Brasília, o que deve acontecer até julho.
Na próxima semana, o GDF deve abrir licitação para a construção do prédio. Mas antes de inaugurar o prédio, o Ciops vai funcionar no terceiro andar do prédio da Secretaria de Segurança, onde ficarão concentradas as centrais de atendimento das Polícias Civil, Militar e Corpo de Bombeiros do DF. "Aumentando a presteza no atendimento ao público, com certeza vamos contribuir para a queda da criminalidade", acredita o secretário Athos Faria.
Empresas declaram guerra à pirataria de softwares no País
Os piratas não vão ter sossego neste ano. A ameaça vem da Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes) e daBusiness Software Alliance (BSA). As duas entidades prometem intensificar o combate à pirataria de programas de computadores no Brasil. E o Distrito Federal é uma das prioridades. "Acreditamos que no DF há uma incidência maior de pirataria", comentou André de Almeida, gerente de campanha antipirataria da BSA.
Sem mostrar números, Almeida explicou que o problema é crônico no DF devido a grande quantidade de empresas de pequeno porte. A Abes e a BSA prometem torrar R$ 4,5 milhões na caça aos piratas de todo o país. "Vamos fazer uma campanha forte e ampliar os mecanismos de controle." Um destes mecanismos, informa, é o site criado especialmente para receber denúncias contra empresas que utilizem programas sem licenciamento. "Ao detectarmos a companhia, ingressamos imediatamente com uma ação judicial."
E não se trata de blefe. Um comparativo entre 2000 e 2001 mostra que voracidade das duas entidades fez aumentar em 34% a quantidade de ações judiciais contra estabelecimentos que utilizavam software sem pagar um centavo de direito autoral. O número de ações saltou de 312 para 418.
As empresas flagradas utilizando software pirata foram condenadas a desembolsar R$ 4,5 milhões, que serão investidos nas campanhas. Almeida fez lobby no Ministério da Ciência e Tecpara que o governo adote posições mais fortes na caça aos piratas. Segundo ele, o País perde tanto quanto os fabricantes de programas para computadores. Um levantamento da Price Waterhouse Coopers mostra que a pirataria causa uma evasão fiscal de R$ 2,35 bilhões. Esse imposto seria suficiente para pagar um salário mínimo a 13 milhões de aposentados.
De acordo com a pesquisa, para cada cem softwares utilizados no Brasil, 58 funcionam sem autorização. Nos EUA, esta relação é de 25%. "Se tivéssemos índices iguais aos americanos, a arrecadação de impostos saltaria dos atuais R$ 1,55 bilhão para R$ 3,9 bilhões", completa Almeida.
Compra de ações com o FGTS traz risco, mas deve dar lucro
Quem pensa em usar parte do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para investir em ações da Vale do Rio Doce poderá fazer um bom negócio. A principal vantagem é a rentabilidade das ações, bem superior à do Fundo. No ano passado, os papéis da empresa valorizaram 11,8%. O FGTS tem um rendimento máximo de 6% ao ano.
O mercado de ações pode proporcionar um retorno bem maior que o FGTS, mas oferece riscos. Portanto, os especialistas recomendam cautela. "Para quem nunca investiu, acho que deve ir com calma e não investir 50% do FGTS (limite de saque para a compra de ações). Mas acho que as pessoas não devem ficar de fora", diz o analista de investimentos Júlio César Alves Vieira, conselheiro da Associação Brasileira de Analistas de Mercado de Capitais do Centro-Oeste.
Quem tiver um perfil mais ousado e consciência dos riscos do mercado de ações deve investir um pouco mais do seu FGTS, segundo Júlio César. Ele diz que este tipo de investimento se torna mais interessante a médio e longo prazo.
O governo vai começar a vender sua participação na Vale (31,5% no total) a partir da segunda quinzena deste mês. A prioridade será para pessoas físicas.
Quem trocou parte do dinheiro do Fundo por ações não se arrepende. É o caso do programador Leandro Lacerda Guimarães, 26 anos. Há cerca de um ano, ele retirou 50% do seu FGTS, ou aproximadamente R$ 3 mil, e comprou ações da Petrobras. Até agora, seu dinheiro já deu R$ 1,8 mil de lucro.
Para quem tem medo do mercado de ações, aí vai uma dica de Leandro: "Não deixa a oportunidade passar. Mas também não dê o passo maior que a perna. Se a pessoa pode disponibilizar parte do FGTS, ou seja, se o dinheiro não fizer falta, deve investir." Ele ainda não decidiu se vai comprar ações da Vale.
Desconto foi maior na Petrobras
Já com uma certa experiência no mercado de ações, Leandro Lacerda Guimarães vai, primeiro, analisar as vantagens que o governo está disponibilizando na compra de ações da Vale. A princípio, ele acha pouco o desconto de 5%, que está sendo oferecido no negócio. No caso da Petrobras, este desconto foi de 20% e este incentivo chamou bastante a atenção de Leandro.
O desconto sobre o valor das ações só vale para aqueles que deixarem o dinheiro aplicado por um período mínimo de seis meses. Quem estiver interessado deve procurar um fundo de investimento.
O valor da aplicação, neste caso, varia de R$ 300 a R$ 100 mil. O interessado poderá participar por meio de compra direta, sem aderir ao fundo, mas neste caso o valor mínimo aplicado é de R$ 5 mil e o máximo permanece em R$ 100 mil.
O advogado trabalhista Roberto Caldas não recomenda a troca de dinheiro do FGTS por ações. "Arrisca quem pode. O trabalhador não deve trocar a segurança do fundo para entrar no mercado de ações, que é um jogo", ressalta.
Os bancos já estão se preparando para oferecer os fundos de investimentos.
Artigos
Fora, enxeridos!
José Roberto Lima
Não tem “crioulo petista” que dê jeito para o PT nessas eleições.
O governador Roriz pode chamar quem ele quiser de “negão esquerdista”, “cafuso anarquista” ou “branquelo chauvinista”. Seja lá quem for o contemplado, vai entrar num ouvido e sair noutro.
Não adianta a esquerda espernear, querer levar o episódio às últimas conseqüências, porque o povão já decidiu. Há um claro sentimento de desprezo por essas questões de momento, que os petistas insistem em transformar em bandeira de luta. O eleitor de Roriz conhece o seu caráter, a sua competência como governante e o seu amor e apego pela cidade. Está mais do que acostumado às e scorregadas do governador. Até gosta quando ele espanca o vernáculo ou diz umas meias verdades. Identifica-se com o seu governante na simplicidade e nos gestos, na maneira de ser e agir.
O estilo populista tem essa vantagem de exercer o domínio sobre as massas, valendo-se do baixo nível de informação e da frágil condição social dos massificados. Mas isto não será demérito, se o governante deixar claro suas intenções de mudar essa situação.
O eleitor de Roriz deposita fé no seu estilo, e jamais vai virar a casaca por conta de uma frase dita no calor de um discurso movido pelo ímpeto e pela emoção do contato com os correligionários.
Não há como negar que o governador tem prestado serviços irretocáveis à cidade. Siga a malha viária de Brasília e veja quanta coisa mudou.
Compare o atendimento do sistema de saúde e a ampliação da rede escolar pública dos últimos anos para cá. Observe os índices de criminalidade nesses tempos de crime fácil e impune.
Muita coisa está mudando não só na paisagem da cidade. O metrô já é uma realidade que facilita a vida de milhares de pessoas entre Taguatinga, Samambaia e, daqui a alguns meses, Ceilândia.
A terceira ponte do Lago Sul será entregue nos próximos meses para resolver o problema de mais de 400 mil cidadãos brasilienses que vão passar por ela todos os dias.
Se o homem é bom de serviço, mas na empolgação, não segura a língua, o povo não está preocupado com isso. Esse problema é para os marqueteiros dele resolver. Povo quer ver ação e isto o governador sabe mostrar. Até no calor das palavras que, às vezes, saem mais apimentadas do que deveriam.
Estão querendo transformar batata frita em escalope de filé para tirar proveito de uma situação que mereceria, quando muito, uma réplica malcriada do ofendido que, apesar de “crioulo”, nem petista é. Então, por que toda essa esparrela, se o assunto já foi resolvido entre as partes? Povo não gosta de enxeridos.
Editorial
Ciops no Entorno
A inauguração de dois Centros de Integração de Operações Policiais de Segurança (Ciops) em cidades do Entorno, no Estado de Goiás, é também uma boa notícia para a população do Distrito Federal. Brasília também caminha na direção de integrar suas polícias, serviços de segurança e inteligência, e ainda este semestre terá o seu Ciops, mas está no Entorno a maior necessidade de integração não só de polícias, mas dos governos do DF e de Goiás para impedir o crescimento da violência.
Há muito se fala que a União deveria ajudar os governos do DF, Goiás e Minas a traçar um plano de segurança comum para não deixar que acontecesse aqui o que ocorreu no passado com a Baixada Fluminense, no Estado do Rio, à época em que existiam o Estado da Guanabara, que era o município do Rio de Janeiro, e o Estado do Rio. A fama de região violenta, que até hoje caracteriza a Baixada, ainda é fruto de uma terra de ninguém criada naquele tempo, quando nem a polícia do Estado da Guanabara e nem a do Estado Rio se responsabilizava pela região limítrofe, onde floresciam verdadeiras cidades-dormitório.
Por essa razão, é bom que o governo federal, aliado aos governos do DF e Goiás, principalmente, tenha acordado a tempo de não permitir que o Entorno se transforme em nova Baixada Fluminense, o que teria reflexos imediatos nos índices de violência do DF. Os Ciops, que poderão se tornar uma nova referência de qualidade na investigação policial, certamente terão papel de vanguarda nessa iniciativa.
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02/08/2002
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